Ser ministro não blinda ninguém, diz Janot

Da Suíça, onde cumpre agenda oficial, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta quinta-feira 17 que "ser ministro não blinda ninguém", em referência à nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil; "Vou pegar os processos que estão em Curitiba, trazer para o Supremo [Tribunal Federal] e dar continuidade tal qual aconteceu em Curitiba. Sem diferença nenhuma", disse; Janot afirmou ainda que o Ministério Público Federal tem "couro grosso" para não se dobrar a pressões

Da Suíça, onde cumpre agenda oficial, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta quinta-feira 17 que "ser ministro não blinda ninguém", em referência à nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil; "Vou pegar os processos que estão em Curitiba, trazer para o Supremo [Tribunal Federal] e dar continuidade tal qual aconteceu em Curitiba. Sem diferença nenhuma", disse; Janot afirmou ainda que o Ministério Público Federal tem "couro grosso" para não se dobrar a pressões
Da Suíça, onde cumpre agenda oficial, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, afirmou nesta quinta-feira 17 que "ser ministro não blinda ninguém", em referência à nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil; "Vou pegar os processos que estão em Curitiba, trazer para o Supremo [Tribunal Federal] e dar continuidade tal qual aconteceu em Curitiba. Sem diferença nenhuma", disse; Janot afirmou ainda que o Ministério Público Federal tem "couro grosso" para não se dobrar a pressões (Foto: Aquiles Lins)

247 - Durante visita à Suíça nesta quinta-feira 17, o procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que "ser ministro não blinda ninguém", em referência à nomeação do ex-presidente Lula para a Casa Civil.

"Vou pegar os processos que estão em Curitiba, trazer para o Supremo [Tribunal Federal] e dar continuidade tal qual aconteceu em Curitiba. Sem diferença nenhuma", disse Janot. PGR afirmou ainda que o Ministério Público Federal tem "couro grosso" para não se dobrar a pressões e relembrou o julgamento do mensalão, em referência ao risco de o julgamento no STF ser mais favorável ao ex-presidente.

"O Supremo já deu mostras de que também tem uma atuação republicana. No julgamento da ação penal 470, quem pensava dessa maneira, deixou de pensar. E esse exemplo deve ser seguido para os demais."

Lula é investigado em 4 frentes. Atualmente, os casos estão na primeira instância da Justiça em, dentre eles, estão as investigações sob responsabilidade do juiz Sérgio Moro, do Paraná. Com a nomeação para ministro, os casos contra o ex-presidente passam a ser julgados pelo (STF). Opositores afirmam que a mudança beneficia Lula.

 

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