STF decidirá quarta-feira sobre suspensão de inquérito de Temer

De acordo com o gabinete da presidente da Corte, Cármen Lúcia, o pedido de suspensão do inquérito “foi oficializado pelo ministro relator à presidência do STF, e será levado ao colegiado na próxima quarta-feira (24)”; Os 11 ministros do STF irão decidir sobre a continuidade ou paralisação do inquérito em que Michel Temer é investigado; em documento enviado ao STF, o procurador Rodrigo Janot disse que não se opõe à perícia no áudio da conversa entre Temer e Joesley Batista, dono da JBS, mas afirmou estar certo de que a gravação não contém qualquer mácula que comprometa a essência do diálogo; segundo a PGR, Temer cometeu crimes de corrupção passiva, organização criminosa e tentativa de obstrução às investigações da Operação Lava Jato

De acordo com o gabinete da presidente da Corte, Cármen Lúcia, o pedido de suspensão do inquérito “foi oficializado pelo ministro relator à presidência do STF, e será levado ao colegiado na próxima quarta-feira (24)”; Os 11 ministros do STF irão decidir sobre a continuidade ou paralisação do inquérito em que Michel Temer é investigado; em documento enviado ao STF, o procurador Rodrigo Janot disse que não se opõe à perícia no áudio da conversa entre Temer e Joesley Batista, dono da JBS, mas afirmou estar certo de que a gravação não contém qualquer mácula que comprometa a essência do diálogo; segundo a PGR, Temer cometeu crimes de corrupção passiva, organização criminosa e tentativa de obstrução às investigações da Operação Lava Jato
De acordo com o gabinete da presidente da Corte, Cármen Lúcia, o pedido de suspensão do inquérito “foi oficializado pelo ministro relator à presidência do STF, e será levado ao colegiado na próxima quarta-feira (24)”; Os 11 ministros do STF irão decidir sobre a continuidade ou paralisação do inquérito em que Michel Temer é investigado; em documento enviado ao STF, o procurador Rodrigo Janot disse que não se opõe à perícia no áudio da conversa entre Temer e Joesley Batista, dono da JBS, mas afirmou estar certo de que a gravação não contém qualquer mácula que comprometa a essência do diálogo; segundo a PGR, Temer cometeu crimes de corrupção passiva, organização criminosa e tentativa de obstrução às investigações da Operação Lava Jato (Foto: Leonardo Lucena)

247 - Na próxima quarta-feira (24), o Supremo Tribunal Federal (STF) analisará o pedido da defesa de Michel Temer para suspender o inquérito que corre contra o peemedebista. De acordo com o gabinete da presidente da Corte, Cármen Lúcia, o pedido de suspensão do inquérito “foi oficiado pelo ministro relator à presidência do STF, e será levado ao colegiado na próxima quarta-feira”. Os 11 ministros do STF irão decidir sobre a continuidade ou paralisação do inquérito.

O ministro-relator da Operação Lava Jato no STF. Luiz Edson Fachin, encaminhou para a Polícia Federal os autos do inquérito para perícia no áudio gravado pelo delator Joesley Batista em conversa com Temer.

Em pronunciamento neste sábado (20), Temer anunciou que pediria ao STF a suspensão do inquérito até a análise do material. Segundo o peemedebista, a gravação foi “manipulada e adulterada”. Em manifestação protocolada no Supremo, o advogado de Temer, o criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, alegou haver indício de suposta edição na gravação feita por Joesley, conforme relato do Fausto Macedo.

Janot pede continuidade de inquérito

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo, nesta sábado (20), manifestação defendendo a continuidade do inquérito que investiga Temer, e outras autoridades com foro por prerrogativa de função. Janot acrescentou que não se opõe à perícia no áudio da conversa entre Temer e Joesley Batista, embora certo de que a gravação não contém qualquer mácula que comprometa a essência do diálogo.

Segundo o procurador, "a referida gravação é harmônica e consentânea com o relato da colaboração de pelo menos quatro colaboradores, a saber Joesley Batista, Wesley Batista, Ricardo Saud e Florisvaldo Caetano de Oliveira".

Acusações

A delação dos donos da JBS, os empresários Joesley Batista e seu irmão Wesley. Os delatores afirmaram que emer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Depois, o parlamentar foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. O empresário disse a Temer que estava dando ao ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?". O teor das delações foi publicado pelo colunista Lauro Jardim, do Globo.

 

 

 

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