Tijolaço: Kim, fora de moda, vai para a vitrine da Riachuelo

O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca que o anúncio de que o empresário Flávio Rocha, dono das lojas Riachuelo, finalmente permite "saber quem é o dono da barraquinhas de pixulecos que o decadente Kim Kataguiri e seus amiguinhos montarão para as eleições de outubro"; "É mais um que, ao lado de Henrique Meirelles e João Amoêdo, a compor o grupo dos 'candidatos do 1%', seja na distribuição de renda, seja no potencial de voto", diz Brito; "Agora, eles e o Kinzinho vão ter de ir às compras, escolher um partido na gasta prateleira da política. Dinheiro, já se viu, não é problema", observa

O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca que o anúncio de que o empresário Flávio Rocha, dono das lojas Riachuelo, finalmente permite "saber quem é o dono da barraquinhas de pixulecos que o decadente Kim Kataguiri e seus amiguinhos montarão para as eleições de outubro"; "É mais um que, ao lado de Henrique Meirelles e João Amoêdo, a compor o grupo dos 'candidatos do 1%', seja na distribuição de renda, seja no potencial de voto", diz Brito; "Agora, eles e o Kinzinho vão ter de ir às compras, escolher um partido na gasta prateleira da política. Dinheiro, já se viu, não é problema", observa
O editor do Tijolaço, Fernando Brito, destaca que o anúncio de que o empresário Flávio Rocha, dono das lojas Riachuelo, finalmente permite "saber quem é o dono da barraquinhas de pixulecos que o decadente Kim Kataguiri e seus amiguinhos montarão para as eleições de outubro"; "É mais um que, ao lado de Henrique Meirelles e João Amoêdo, a compor o grupo dos 'candidatos do 1%', seja na distribuição de renda, seja no potencial de voto", diz Brito; "Agora, eles e o Kinzinho vão ter de ir às compras, escolher um partido na gasta prateleira da política. Dinheiro, já se viu, não é problema", observa (Foto: Paulo Emílio)

Por Fernando Brito, no TijolaçoEntão, agora, passamos a saber quem é o dono da barraquinhas de pixulecos que o decadente Kim Kataguiri e seus amiguinhos montarão para as eleições de outubro.

Com afetada solenidade, na Folha, ele anuncia que Flávio Rocha, o dono das lojas Riachuelo, que – segundo ele próprio, defende "reforma previdenciária e salarial" (para baixo, é claro), " privatizar empresas como Petrobras e Correios, fechar o BNDES e rever a intocável estabilidade do funcionalismo".

Entre os predicados de Rocha, claro, agora que o STF liberou o financiamento da campanha com recursos "pessoais", está o fato de que ele, com a família, têm a 39ª fortuna do país, cerca de R$ 1,3 bilhão, segundo a Forbes.

É mais um que, ao lado de Henrique Meirelles e João Amoêdo, a compor o grupo dos "candidatos do 1%", seja na distribuição de renda, seja no potencial de voto.

Com a tremedeira que deu em Luciano Huck com a perspectiva de que seus negócios – como a compra do jatinho via BNDES – fossem expostos, Rocha foi um dos que se pôde arranjar.

Mesmo depois d ter dito, há cerca de um mês, que não "considerava" a hipótese de ser candidato, já organizou seu "comitê central" de alta fortuna, onde estão Alberto Saraiva (Habib's), Sônia Hess (Dudalina) e Antônio Carlos Pipponzi (Raia Drogasil).

Agora, eles e o Kinzinho vão ter de ir às compras, escolher um partido na gasta prateleira da política.

Dinheiro, já se viu, não é problema.

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