"Voltamos à colonia agro-exportadora", afirma Stédile após recuo na balança comercial

O líder do MST, João Pedro Stédile, criticou a falta de diversificação da matriz econômica brasileira. "53% de todas as exportações são matérias-primas e isentas de impostos, apenas 35% manufaturados, com valor agregado de mao-de-obra. E 12% semi-manufaturados. Depois que nos roubaram o Pré-Sal, o petroleo cru representa 11% das exportações", disse

(Foto: Gabriel Paiva)
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247 - O líder do MST, João Pedro Stédile, criticou a falta de diversificação da matriz econômica brasileira, após a balança comercial brasileira fechar 2019 com superávit de US$ 46,674 bilhões de dólares, um recuo de 20,5% pela média diária sobre 2018.

"Voltamos a colonia agro-exportadora. 53% de todas as exportações são matérias-primas e isentas de impostos, apenas  35% manufaturados, com valor agregado de mao-de-obra. E 12% semi-manufaturados. Depois que nos roubaram o Pré-Sal, o petroleo cru representa  11% das exportações", escreveu o ativista no Twitter.

"E para quem defende o latifúndio da pecuária extensiva exportadora de carne de boi, ela pesa apenas 2,9% nas exportações o mesmo valor das exp. de frango, produzidos pela agricultura familiar do sul. A Embraer sozinha exportava o equivalente a carne de gado", complementou.

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