Youssef tenta anular todas as provas da Lava Jato

Advogados do doleiro protocolaram na última quarta-feira pedido de nulidade absoluta das provas da investigação da Polícia Federal e a liberdade de Alberto Youssef, um dos principais alvos; defesa tenta alvejar o juiz federal Sergio Moro, conhecido como implacável no combate à corrupção; operação deflagrada em março revelou esquema de lavagem de dinheiro que movimenta R$ 10 milhões, segundo a PF

Advogados do doleiro protocolaram na última quarta-feira pedido de nulidade absoluta das provas da investigação da Polícia Federal e a liberdade de Alberto Youssef, um dos principais alvos; defesa tenta alvejar o juiz federal Sergio Moro, conhecido como implacável no combate à corrupção; operação deflagrada em março revelou esquema de lavagem de dinheiro que movimenta R$ 10 milhões, segundo a PF
Advogados do doleiro protocolaram na última quarta-feira pedido de nulidade absoluta das provas da investigação da Polícia Federal e a liberdade de Alberto Youssef, um dos principais alvos; defesa tenta alvejar o juiz federal Sergio Moro, conhecido como implacável no combate à corrupção; operação deflagrada em março revelou esquema de lavagem de dinheiro que movimenta R$ 10 milhões, segundo a PF (Foto: Gisele Federicce)

247 – A defesa do doleiro Alberto Youssef tenta anular na Justiça todas as provas obtidas pela Polícia Federal na investigação Lava Jato, deflagrada em março e que investiga um esquema de lavagem de dinheiro que pode movimentar até R$ 10 milhões. Youssef é o principal alvo.

Os advogados entraram com pedido na última quarta-feira pedindo a liberdade do doleiro e a nulidade absoluta das provas, noticia o site Diário do Poder. Eles miram o juiz federal Sergio Moro, de Curitiba, conhecido como implacável no combate à corrupção e especialista em casos sobre lavagem de dinheiro.

Leia trecho da matéria do Diário do Poder sobre as alegações dos advogados:

A defesa sustenta que, em maio de 2010, Moro se declarou suspeito para atuar numa ação que trata da delação premiada concedida a Youssef, para que colaborasse com a Justiça em outros fatos criminosos apurados pela Polícia Federal. Na ocasião, a discordância da Polícia Federal e do Ministério Público Federal sobre termos da delação levou Sérgio Moro, responsável pela concessão do benefício ao doleiro, a alegar "motivo de foro íntimo" para declarar-se "suspeito" de atuar no caso.

Os advogados de Youssef ainda alegam que o acordo de delação faz parte da origem das investigações da Operação Lava-Jato e sustentam que Moro, por declarar-se suspeito, não poderia mais ter atuado em nenhum dos casos investigados pela operação contra o doleiro.

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