'Isolamento é a opção contra a catástrofe', diz epidemiologista

"O isolamento social é algo duro, não é fácil, não é simples. Mas é a única opção", diz o médico epidemiologista Mauricio Barreto, 65, coordenador do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fiocruz na Bahia

Médico epidemiologista Mauricio Barreto
Médico epidemiologista Mauricio Barreto (Foto: Camila Spuza/GOVBA)
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247 - Coordenador do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia, o médico epidemiologista Mauricio Barreto, 65, afirma que o povo brasileiro enfrenta duas alternativas na crise do coronavírus: o isolamento ou a catástrofe. 

"O que se antevê no Brasil é uma grande onda epidêmica, que já está chegando. Mais cedo ou mais tarde vai haver uma grande pressão sobre o sistema de saúde. E a única maneira de gerir essa crise é o distanciamento social. A outra opção é a catástrofe original", afirmou ao jornal Folha de S.Paulo.

"O isolamento social é algo duro, não é fácil, não é simples. Mas é a única opção. O mundo inteiro adotou. Os países europeus quase que unanimemente o adotaram. Cada um adotou a seu momento, porque, claro, é uma decisão política, não é uma medida sanitária comum ou típica", acrescentou.

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