Ministério da Saúde pede R$ 5,2 bi à Economia para custear expansão de leitos

Alguns estados estão próximos da capacidade máxima de ocupação, e manifestaram preocupação com a falta de apoio da União. A pasta alega que todos os recursos que lhe foram destinados já etão comprometidos e que a pandemia exerceu uma pressão enorme sobre os gastos

Prédio do Ministério da Saúde
Prédio do Ministério da Saúde (Foto: Divulgação)
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247 - O Ministério da Saúde requisitou ao Ministério da Economia uma quantia de R$ 5.2 bilhões para que seja possível a ampliação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com a Covid-19. 

A situação em alguns estados é desesperadora. Mesmo estes já tendo demonstrado preocupação com a falta de apoio da União, isso não foi suficiente para conter o avanço do contágio. 

No momento, no Acre, a ocupação é de 98%, no Amazonas, contando apenas os dados de Manaus, a taxa é de 91%. Rondônia tem 94% dos leitos ocupados, e Goiás 89%.

O ofício foi assinado no último dia 29 pelo secretário-executivo da Sáude, Elcio Franco, informa O Globo.

O documento afirma que todos os recursos destinados à pasta previstos no Orçamento deste ano, um total de R$ 136,7 bilhões, "já encontram-se comprometidos até o final do exercício”. 

O montante ainda sequer foi aprovado pelo Congresso.

O documento também cita a pressão que a pandemia exerceu sobre os gastos da pasta. A persistência da doença, diz, exige apoio “até que a vacinação da população produza efeitos no controle da situação epidemiológica”.

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