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Aziz diz que Wizard pode ser conduzido coercitivamente à CPI e ter passaporte apreendido

O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), disse que, se for necessário, vai determinar medidas restritivas como a apreensão de passaportes ou a condução coercitiva do empresário Carlos Wizard, que pretende prestar depoimento de forma virtual à comissão

Senador Omar Aziz e o empresário Carlos Wizard (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado | Washington Costa/Ministério da Economia)

247 - O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou nesta terça-feira (15), no Senado, que não permitirá um depoimento virtual do empresário Carlos Wizard aos senadores da Comissão Parlamentar de Inquérito. O senador disse que, se for necessário, vai determinar medidas restritivas como a apreensão de passaportes ou a condução coercitiva dele.

O empresário tenta prestar depoimento por videoconferência, mas, de acordo com o parlamentar, a postura dele é “incompatível com a dinâmica da CPI”. "Esclareço que aqueles que forem formalmente intimados e se recusarem a depor perante esta CPI terão sua solicitação intimada ao juiz criminal da localidade em que residem", disse Aziz.

O empresário apresentou requerimento para que sua oitiva ocorresse por videoconferência. Ele disse que está nos Estados Unidos. Desde a semana passada, a CPI da Covid tenta notificá-lo, mas sem sucesso.

O ex-secretário de Saúde do Amazonas Marcellus Campêlo presta depoimento nesta terça à comissão.

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