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Servidora do MS diz que contratação da Covaxin ocorreu sem fiscal até sua nomeação

Questionada sobre quem fiscalizava o processo antes de sua nomeação, Regina Célia Silva Oliveira disse: "não tinha fiscal anterior"

Regina Célia Silva Oliveira (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
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247 - A servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Silva Oliveira, fiscal do contrato com a Bharat Biotech para compra da vacina indiana Covaxin, afirmou à CPI da Covid no Senado nesta terça-feira (6) que a contratação do imunizante ocorreu sem um fiscal até sua nomeação, em 22 de março. O contrato, objeto de denúncias de superfaturamento, foi assinado no dia 25 de fevereiro. 

"A portaria de nomeação que me indicou como fiscal desse contrato só foi publicada no dia 22 [de março]. Eu não poderia me manifestar antes disso", disse a servidora.

Questionada sobre quem fiscalizava o processo antes de sua nomeação, Regina disse: "não tinha fiscal anterior". 

O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), lembrou que a primeira entrega da Covaxin seria em 17 de março. Em 20 de março, Jair Bolsonaro se reuniu com o deputado Luís Miranda (DEM-DF), que alertou o presidente sobre a corrupção no Ministério da Saúde, mas não obteve retorno. 

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