A saga milionária de Thor

Superproduo da Marvel, Thor, estreia no Brasil esta semana com um time de estrelas, entre elas Natalie Portman, e oramento de US$ 150 milhes

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Natália Rangel_247 - Depois de interpretar a atormentada bailarina em Cisne Negro e ganhar o Oscar pela sua atuação, a atriz Natalie Portman está de volta às telonas na superprodução Thor (orçamento de US$ 150 milhões), como uma cientista e parceira do guerreiro em mais um filme da inesgotável fonte de heróis criados pela Marvel entre os anos 1960 e 1970. A personagem de Natalie, Jane Foster, deixou de ser uma enfermeira, como no HQ original criado há meio século, e se tornou, no cinema, a cientista humana que reconhece Thor quando ele é enviado para viver entre os seres humanos. Ela tem papel decisivo no destino do heroi e é responsável pelo upgrade no papel feminino neste universo majoritariamente masculino. Uma decisão tomada pelo diretor Kenneth Brannagh, que desejou criar uma personagem mais cerebral e influente que não deixasse de ter traços bem humanos e vulneráveis.

No original, as únicas mulheres da saga são a esposa de Thor, a imortal Lady Sif, e o amor terreno do herói, a dedicada enfermeira Jane Foster. Sif é intepretada por Jaimie Alexander e tem um papel secundário. Para a pele de Thor ganha projeção em Hollywood um desconhecido ator de tevê australiano que vem se somar aos bonitões bombados e de jeito rústico que fazem sucesso no cinema americano, como Mel Gibson e Russel Crowe, entre outros. Chris Hemsworth é o guerreiro Thor, do reino de Asgard, que é mandado à Terra por sua arrogância e prepotência. Aqui ele logo se torna o maior defensor do planeta contra os malfeitores. Seu mestre é vivido por Anthony Hopkins (que assim, se refaz do seu constrangedor último filme, “O Ritual”). Para encarnar o seu personagem, Chris treinou assistindo às lutas de Mike Tyson, uma sugestão de Tom Cruise (cujo filho, Connor, estão no filme).

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