Artistas e produtores divulgam carta contra fim do MinC

Associação Procure Saber — formada por músicos como Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan —e o Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música (GAP) — Sérgio Ricardo, Ivan Lins, Leoni, Frejat, Fernanda Abreu e Tim Rescala, entre outros artistas — divulgou uma carta aberta contestando a decisão do governo Temer de extinguir o Ministério da Cultura (MinC); eles ressaltam a importância da pasta e afirmam que não pode ser um "balcão de negócios": “As críticas irresponsáveis feitas à Lei Rouanet não levam em consideração que, com os mecanismos por ela criados, as artes regionais floresceram e conquistaram espaços a que antes não tinham acesso”

www.brasil247.com - Associação Procure Saber — formada por músicos como Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan —e o Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música (GAP) — Sérgio Ricardo, Ivan Lins, Leoni, Frejat, Fernanda Abreu e Tim Rescala, entre outros artistas — divulgou uma carta aberta contestando a decisão do governo Temer de extinguir o Ministério da Cultura (MinC); eles ressaltam a importância da pasta e afirmam que não pode ser um "balcão de negócios": “As críticas irresponsáveis feitas à Lei Rouanet não levam em consideração que, com os mecanismos por ela criados, as artes regionais floresceram e conquistaram espaços a que antes não tinham acesso”
Associação Procure Saber — formada por músicos como Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan —e o Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música (GAP) — Sérgio Ricardo, Ivan Lins, Leoni, Frejat, Fernanda Abreu e Tim Rescala, entre outros artistas — divulgou uma carta aberta contestando a decisão do governo Temer de extinguir o Ministério da Cultura (MinC); eles ressaltam a importância da pasta e afirmam que não pode ser um "balcão de negócios": “As críticas irresponsáveis feitas à Lei Rouanet não levam em consideração que, com os mecanismos por ela criados, as artes regionais floresceram e conquistaram espaços a que antes não tinham acesso” (Foto: Roberta Namour)
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247 – Um grupo de artistas reagiu contra a extinção do Ministério da Cultura (MinC), confirmada ontem pelo presidente Michel Temer. A pasta ficará agora vinculada à Educação, sob o comando do deputado federal José Mendonça Bezerra Filho (DEM-PE).

A Associação Procure Saber — formada por músicos como Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan —e o Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música (GAP) — Sérgio Ricardo, Ivan Lins, Leoni, Frejat, Fernanda Abreu e Tim Rescala, entre outros artistas — divulgaram uma carta aberta contestando a decisão de Temer.

No texto, eles ressaltam o histórico do Ministério da Cultura desde sua criação em 1985, passando pela extinção da pasta na época do governo Collor, a retomada na gestão de Itamar Franco e o crescimento ao longo dos governos Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff.

“O MinC vem se ocupando, de forma proativa, das artes em geral, do folclore, do patrimônio histórico, arqueológico, artístico e cultural do País, através de uma rede de institutos como o IPHAN, a Cinemateca Brasileira, a Funarte, o IBRAM, Fundação Palmares entre muitos outros.”

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Eles afirmam que “o Ministério da Cultura não é um balcão de negócios”: “As críticas irresponsáveis feitas à Lei Rouanet não levam em consideração que, com os mecanismos por ela criados, as artes regionais floresceram e conquistaram espaços a que antes não tinham acesso.”

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