Augusto de Campos enquadra Ferreira Gullar e diz não estar à venda

Em artigo publicado neste fim de semana, o poeta Augusto de Campos criticou o também poeta Ferreira Gullar, que disse que ele poderia perder uma indicação à Academia Brasileira de Letras, em razão de seu posicionamento político; "Nego-lhes autoridade para conferir prêmios e prebendas. E encerro com as palavras de um poema instrutivo e fácil de entender: NÃO ME VENDO / NÃO SE VENDA / NÃO SE VENDE", disse Augusto de Campos

Em artigo publicado neste fim de semana, o poeta Augusto de Campos criticou o também poeta Ferreira Gullar, que disse que ele poderia perder uma indicação à Academia Brasileira de Letras, em razão de seu posicionamento político; "Nego-lhes autoridade para conferir prêmios e prebendas. E encerro com as palavras de um poema instrutivo e fácil de entender: NÃO ME VENDO / NÃO SE VENDA / NÃO SE VENDE", disse Augusto de Campos
Em artigo publicado neste fim de semana, o poeta Augusto de Campos criticou o também poeta Ferreira Gullar, que disse que ele poderia perder uma indicação à Academia Brasileira de Letras, em razão de seu posicionamento político; "Nego-lhes autoridade para conferir prêmios e prebendas. E encerro com as palavras de um poema instrutivo e fácil de entender: NÃO ME VENDO / NÃO SE VENDA / NÃO SE VENDE", disse Augusto de Campos (Foto: Leonardo Attuch)

247 – Em artigo publicado neste fim de semana, o poeta Augusto de Campos criticou o também poeta Ferreira Gullar, que disse que ele poderia perder uma indicação à Academia Brasileira de Letras, em razão de seu posicionamento político.

Leia abaixo um trecho:

"Para piorar, o Acadêmico Ferreira Gullar acena-me com um prêmio de R$ 300 mil da Academia Brasileira de Letras, que eu deixaria de levar, apesar do seu "placet", por ter criticado a entidade. Ora, somos mesmo pessoas completamente diferentes. Como somos poetas diferentes. Isso, sim, é um insulto. Jamais aceitaria qualquer prêmio, de que valor fosse, vindo dessa instituição, que considero inútil, caduca e até nociva, pelo mau exemplo que dá a cultura brasileira, acolhendo gente que nada tem a ver com literatura –velhos políticos, governantes, empresários e jornalistas conservadores– uma confraria de mediocridades que se chamam despudoradamente de "imortais", envergando fardões, espadas, colares e medalhas. Com raríssimas exceções. Nego-lhes autoridade para conferir prêmios e prebendas. E encerro com as palavras de um poema instrutivo e fácil de entender: NÃO ME VENDO / NÃO SE VENDA / NÃO SE VENDE."

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247