Duvivier: a defesa de Lula é a defesa de um país inteiro

"A defesa dele é a defesa de um país inteiro. Não tem a ver com o fato de eu querer votar nele, eu não sei se vou votar nele, vai depender das alianças que ele fizer. Isso significa que eu quero decidir em quem eu vou votar, não um juiz em Porto Alegre. Em outubro, eu quero votar para presidente", disse Gregório Duvivier, no ato em defesa da democracia e de Lula, no Rio de Janeiro

"A defesa dele é a defesa de um país inteiro. Não tem a ver com o fato de eu querer votar nele, eu não sei se vou votar nele, vai depender das alianças que ele fizer. Isso significa que eu quero decidir em quem eu vou votar, não um juiz em Porto Alegre. Em outubro, eu quero votar para presidente", disse Gregório Duvivier, no ato em defesa da democracia e de Lula, no Rio de Janeiro
"A defesa dele é a defesa de um país inteiro. Não tem a ver com o fato de eu querer votar nele, eu não sei se vou votar nele, vai depender das alianças que ele fizer. Isso significa que eu quero decidir em quem eu vou votar, não um juiz em Porto Alegre. Em outubro, eu quero votar para presidente", disse Gregório Duvivier, no ato em defesa da democracia e de Lula, no Rio de Janeiro (Foto: Leonardo Attuch)

Da Mídia Ninja "A defesa dele é a defesa de um país inteiro. Não tem a ver com o fato de eu querer votar nele, eu não sei se vou votar nele, vai depender das alianças que ele fizer. Isso significa que eu quero decidir em quem eu vou votar, não um juiz em Porto Alegre. Em outubro, eu quero votar para presidente", disse Gregorio Duvivier, no ato em defesa da democracia e de Lula, no Rio de Janeiro.

Assista: http://bit.ly/2rhdGxq

Leia, abaixo, reportagem da RBA sobre atos de apoio a Lula:

São Paulo – A Frente Brasil Popular, com apoio da Frente Povo sem Medo – coletivos que reúnem dezenas de organizações sociais, sindicais e populares – confirmou para a tarde do próximo dia 24 manifestação com objetivo de ocupar a Avenida Paulista. Quando o ato em São Paulo estiver ocorrendo, a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, já deverá ter concluído o julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A defesa de Lula considera que a absolvição é a única decisão técnica e jurídica possível.

Lula foi acusado e condenado pelo juiz Sérgio Moro, a nove anos e meio de prisão, pela posse de um apartamento tríplex no Guarujá. Mas o imóvel pertence até hoje à construtora OAS, que na versão de Moro quis adular o ex-presidente em troca de benefícios em contratos com a Petrobras. Os acusadores não conseguiram reunir nenhuma comprovação para sustentar essa versão.

A defesa de Lula assegura ter levantado provas documentais de sua inocência, ignoradas pelo juiz de primeira instância. O Manifesto Eleição sem Lula é Fraude, idealizado por intelectuais e artistas, já se aproxima da 190 mil adesões, com apoios inclusive de cinco ex-presidentes da América do Sul – Ricardo Lagos (Chile), Rafael Correa (Equador), Cristina Kirchner (Argentina), Ernesto Samper (Colômbia) e José Pepe Mujica (Uruguai).

As principais manifestações em defesa de Lula acontecerão na capital gaúcha, entre os dias 22 e 24. Do total das caravanas confirmadas, cerca de 150 sairão de cidades do interior do Rio Grande do Sul, e outras 75 de diversos estados do país, além dos muitos atos regionais que serão realizados pelos movimentos sociais e partidos.

As mobilizações em torno do julgamento de Lula se intensificaram desde o último sábado (13), quando foi realizado o Dia Nacional de Mobilização, com debates, atividades culturais e manifestações de rua por todo o Brasil.

Além das caravanas, os dias que antecedem o julgamento no TRF4 também são marcados pela abertura diária de Comitês Populares em Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser candidato à Presidência da República. Criados como uma articulação entre os movimentos sociais, populares, sindicais, artistas, sociedade civil e partidos do campo democrático e popular, já são cerca de 1.500 comitês inaugurados no país, com mobilização em todos os estados e até mesmo no exterior.

Em Goiás, por exemplo, segundo a presidenta do PT no estado, Kátia Maria, foram criados até agora 254 comitês populares. Somente na cidade de São Paulo já são 180 comitês, e no Ceará, 169.

“Dia 24 está próximo e é fundamental o envolvimento de toda a nossa militância para divulgar a grande injustiça que pode ser cometida caso Lula não seja absolvido. Reúna aqueles que acreditam na democracia e monte um comitê em sua rua, bairro, enfim. Mobilização é a palavra de ordem”, declarou o deputado federal José Guimarães (PT-CE).

A Bahia inovou e inaugurou o “comitê móvel” – um ônibus que viaja pelo estado distribuindo materiais, transportando militantes que dialogam com a população e tiram dúvidas relacionadas à perseguição midiática e jurídica contra o ex-presidente Lula. Já no Rio Grande do Norte a média é de quase três comitês fundados por dia – o primeiro foi lançado no dia 3 de janeiro, no bairro de Igapó, zona norte de Natal.

Segundo o deputado estadual Fernando Mineiro (PT-RN), a iniciativa é uma forma de “sair da zona de conforto da esquerda” e conversar com a população sobre a importância de discutir a perseguição contra o ex-presidente Lula. “Os comitês são uma reação dos setores democráticos à tentativa de fraudar as eleições de 2018 através do impedimento do Lula. Eleição sem Lula, como a maioria da população já sabe, é fraude. Nesse momento, além da militância nas redes sociais, é preciso ir para as ruas”, advertiu.

Apoio internacional

Assim como aconteceu em dezenas de cidades brasileiras, o último dia 13 também marcou a inauguração do Comitê Internacional em Solidariedade a Lula, em Londres, na Inglaterra. O evento contou com a presença de brasileiros dos movimentos Democracy for Brasil UK, PT Londres e Arts for Democracy, além de militantes de outros países, como Bolívia, Peru, Portugal e França. O objetivo do comitê é organizar ações em solidariedade ao ex-presidente Lula, que vem sofrendo perseguição no âmbito do Poder Judiciário.

A proximidade do julgamento em Porto Alegre ainda desencadeou uma série de atos e manifestações de apoio a Lula no exterior. No próximo sábado (20) haverá atos em Zurique, na Suíça, e em Frankfurt, na Alemanha. No domingo (21) ocorrerão manifestações na Cidade do México, Londres, Berlim, Estocolmo, Nova York, Barcelona, Paris e Madri. Outras duas manifestações estão programadas para a véspera do julgamento, nas cidades alemãs de Munique e Colônia. E no dia do julgamento, Lisboa e Paris já têm atos agendados.

No Brasil, uma série de manifestações está igualmente agendada, como a que ocorre na noite desta terça-feira (16), com artistas e intelectuais, no Rio de Janeiro, no Teatro Oi Casa Grande; na quinta-feira (18), em São Paulo, na Casa de Portugal, também às 19h; além de Porto Alegre e Belo Horizonte, em ambas no dia 22; até culminar com o ato do dia 24, dia do julgamento, na Avenida Paulista, a partir das 14h, no Museu de Arte de São Paulo (Masp).

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