Fernanda Torres: grampo de dona Marisa é desejo hediondo de satanizá-la

Atriz Fernanda Torres critica a decisão do juiz Sérgio Moro de divulgar os grampos de conversas da família do ex-presidente Lula: "Dentre todos os grampos da Lava Jato, um, de menor relevância, me causou impressão. Nele, dona Marisa solta um palavrão para desabafar com o filho o incômodo com o panelaço. É uma conversa íntima, cuja reprodução em rede aberta só serve a um desejo hediondo de satanizá-la. Nenhum de nós sobreviveria a uma exposição pública dessa ordem, não é aceitável, não pode ser"

Atriz Fernanda Torres critica a decisão do juiz Sérgio Moro de divulgar os grampos de conversas da família do ex-presidente Lula: "Dentre todos os grampos da Lava Jato, um, de menor relevância, me causou impressão. Nele, dona Marisa solta um palavrão para desabafar com o filho o incômodo com o panelaço. É uma conversa íntima, cuja reprodução em rede aberta só serve a um desejo hediondo de satanizá-la. Nenhum de nós sobreviveria a uma exposição pública dessa ordem, não é aceitável, não pode ser"
Atriz Fernanda Torres critica a decisão do juiz Sérgio Moro de divulgar os grampos de conversas da família do ex-presidente Lula: "Dentre todos os grampos da Lava Jato, um, de menor relevância, me causou impressão. Nele, dona Marisa solta um palavrão para desabafar com o filho o incômodo com o panelaço. É uma conversa íntima, cuja reprodução em rede aberta só serve a um desejo hediondo de satanizá-la. Nenhum de nós sobreviveria a uma exposição pública dessa ordem, não é aceitável, não pode ser" (Foto: Roberta Namour)

247 - A atriz Fernanda Torres criticou a decisão do juiz Sérgio Moro de divulgar os grampos de conversas da família do ex-presidente Lula: "Dentre todos os grampos da Lava Jato, um, de menor relevância, me causou impressão. Nele, dona Marisa solta um palavrão para desabafar com o filho o incômodo com o panelaço. É uma conversa íntima, cuja reprodução em rede aberta só serve a um desejo hediondo de satanizá-la. Nenhum de nós sobreviveria a uma exposição pública dessa ordem, não é aceitável, não pode ser", diz. 

Ela também dispara contra o PT e "a retórica populista de que a classe média não quer que o povo coma ou ande de avião". "Trata-se de um primarismo tão nocivo quanto a vilania da divulgação da escuta", afirma. Segundo Fernanda, o PT alimentou o fogo amigo, preferindo nadar no sentido oposto ao das demandas do governo a comprometer sua imagem com a reforma da previdência (leia aqui).

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