Piripkura estreia nesta quinta-feira em seis cidades

Estreia, nesta quinta-feira, 1, o documentário brasileiro Piripkura; premiado como melhor longa-metragem de documentário na 19ª edição do Festival do Rio e com o prêmio de direitos humanos no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã de 2017, o filme será exibido no Espaço Itáu de Cinemas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba Salvador e Porto Alegre

Estreia, nesta quinta-feira, 1, o documentário brasileiro Piripkura; premiado como melhor longa-metragem de documentário na 19ª edição do Festival do Rio e com o prêmio de direitos humanos no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã de 2017, o filme será exibido no Espaço Itáu de Cinemas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba Salvador e Porto Alegre
Estreia, nesta quinta-feira, 1, o documentário brasileiro Piripkura; premiado como melhor longa-metragem de documentário na 19ª edição do Festival do Rio e com o prêmio de direitos humanos no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã de 2017, o filme será exibido no Espaço Itáu de Cinemas em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba Salvador e Porto Alegre (Foto: Aquiles Lins)

Por Danilo Molina, para o 247 - Estreia, nesta quinta-feira, 1, o documentário brasileiro Piripkura. Premiado como melhor longa-metragem de documentário na 19ª edição do Festival do Rio e com o prêmio de direitos humanos no Festival Internacional de Documentários de Amsterdã de 2017, o filme será exibido no Espaço Itáu de Cinemas em: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Curitiba Salvador e Porto Alegre.

O documentário apresenta expedições periódicas de Jair Condor, coordenador da Funai que acompanha Pakyî e Tamandua, dois integrantes isolados do povo Piripkura, desde 1989. Pakyî e Tamandua vivem com um facão, um machado cego e uma tocha, cercados por fazendas e madeireiros em uma área protegida na floresta amazônica, no Noroeste do Mato Grosso.

Rita, a terceira sobrevivente Piripkura que se tem notícia, embarca com Jair em algumas expedições para monitorar vestígios que comprovem a presença deles na floresta e, assim, garantir a proteção do território habitado por eles. O filme é dirigido por Mariana Oliva, Renata Terra e Bruno Jorge.

Mariana explica que Piripkura propõe uma reflexão profunda sobre nossa forma de estar no mundo". "É meio que um espelho da nossa sociedade. Ou seja, faz a gente pensar sobre os caminhos que estamos seguindo e as escolhas que estamos fazendo equivocadas", diz.

A cineasta destaca, ainda, o caráter de resistência e luta dos personagens do documentário. "O que a gente sente nas imagens é que eles têm uma força, uma dignidade, uma plenitude, uma forma de estar que é muito emocionante", afirma.

Já Renata aponta uma mudança de olhar sobre a questão indígena que o filme propõe. "O filme fala da violência que esse povo sofreu, fala das dificuldades do trabalho e das ameaças do entorno, dessa pressão pelo território, mas, também, é lindo ver a relação que eles têm. E tudo isso, a partir de um lugar de força, porque a gente vê muito essa questão indígena a parir de um lugar de ameaça e de fragilidade", explica.

Produzido pela Zeza Filmes em parceria com a Maria Farinha Filmes e Grifa Filmes Piripkura é um documentário viabilizado com Canal Curta por meio do Fundo Setorial.

Confira aqui os horários em cada cidade:

ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA

Brasília (DF)
Sala 8 - 18h

Curitiba (PR)
Sala 1 - 18h

Porto Alegre (RS)
Sala 8 - 18h

Rio de Janeiro (RJ)
Sala 5 - 18h

Salvador (BA)
Sala 4 - 17h

São Paulo (SP) - Frei Caneca
Sala 8 - 18h10

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