Arminio: 'Não vamos assassinar velhinhas'

Nomeado “ministro” pelo presidenciável tucano Aécio Neves, o economista Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, defende temas do programa de governo do PSDB, como o reajuste do salário mínimo e as mudanças na previdência: ‘Na medida em que as pessoas vivem mais, você tem de pensar na idade de aposentadoria e na viabilidade atual do sistema. Mas para falar desses temas é preciso fazer um discurso antes, senão vai ser acusado de “assassino das velhinhas”, o que obviamente não é o caso’ 

Nomeado “ministro” pelo presidenciável tucano Aécio Neves, o economista Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, defende temas do programa de governo do PSDB, como o reajuste do salário mínimo e as mudanças na previdência: ‘Na medida em que as pessoas vivem mais, você tem de pensar na idade de aposentadoria e na viabilidade atual do sistema. Mas para falar desses temas é preciso fazer um discurso antes, senão vai ser acusado de “assassino das velhinhas”, o que obviamente não é o caso’ 
Nomeado “ministro” pelo presidenciável tucano Aécio Neves, o economista Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central, defende temas do programa de governo do PSDB, como o reajuste do salário mínimo e as mudanças na previdência: ‘Na medida em que as pessoas vivem mais, você tem de pensar na idade de aposentadoria e na viabilidade atual do sistema. Mas para falar desses temas é preciso fazer um discurso antes, senão vai ser acusado de “assassino das velhinhas”, o que obviamente não é o caso’  (Foto: Roberta Namour)

247 – O ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga, nomeado futuro ministro do tucano Aécio Neves, caso seja eleito, saiu em defesa do programa de governo do PSDB no que se refere ao reajuste do salário mínimo e as mudanças na previdência.

Segundo ele, é preciso “fazer um discurso” antes de tratar desses temas relevantes, que “se prestam também ao populismo”: “Se não, imediatamente, o PT vai falar: Eles vão arrochar os salários, arrochar os aposentados’”, afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo.

‘Na medida em que as pessoas vivem mais, você tem de pensar na idade de aposentadoria e na viabilidade atual do sistema. Mas para falar desses temas é preciso fazer um discurso antes, senão vai ser acusado de “assassino das velhinhas”, o que obviamente não é o caso’, diz.

Sobre a diminuição da oferta de empréstimos do BNDES, afirma que o empresariado tem que se atualizar. “Se outras coisas forem postas para funcionar, todo esse aparato de UTI pode ser removido. Fazer uma reforma tributária que desonere a exportação, o investimento, simplifique o sistema [tributário], tem um impacto enorme. Mobilizar capital para infraestrutura e arrumar a casa para ter um juro mais baixo para todo mundo tem um impacto enorme também” (leia mais).

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