Arminio trata Levy como ex-aluno e critica ajuste

“O ajuste que está sendo proposto pelo meu ex-aluno é insuficiente e não vai estancar esse processo”, diz o ex-presidente do Banco Central e ‘ministro’ de Aécio Neves, Arminio Fraga; segundo ele, “estamos vivendo uma colossal crise do Estado. O modelo econômico do segundo mandato do governo Lula e que foi turbinado no de Dilma, de uma nova matriz econômica, é ultrapassado. Nossas instituições econômicas são muito frágeis”

“O ajuste que está sendo proposto pelo meu ex-aluno é insuficiente e não vai estancar esse processo”, diz o ex-presidente do Banco Central e ‘ministro’ de Aécio Neves, Arminio Fraga; segundo ele, “estamos vivendo uma colossal crise do Estado. O modelo econômico do segundo mandato do governo Lula e que foi turbinado no de Dilma, de uma nova matriz econômica, é ultrapassado. Nossas instituições econômicas são muito frágeis”
“O ajuste que está sendo proposto pelo meu ex-aluno é insuficiente e não vai estancar esse processo”, diz o ex-presidente do Banco Central e ‘ministro’ de Aécio Neves, Arminio Fraga; segundo ele, “estamos vivendo uma colossal crise do Estado. O modelo econômico do segundo mandato do governo Lula e que foi turbinado no de Dilma, de uma nova matriz econômica, é ultrapassado. Nossas instituições econômicas são muito frágeis” (Foto: Roberta Namour)
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247 - Ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga, ‘ministro’ do presidenciável tucano Aécio Neves em 2014, criticou o ajuste fiscal do governo.

“O ajuste que está sendo proposto pelo meu ex- aluno (ministro da Fazenda, Joaquim Levy) é insuficiente e não vai estancar esse processo. É possível que o Brasil caminhe, entre a recuperação da credibilidade dos dados e o fim das pedaladas, pelo aumento da dívida pública em relação ao PIB. Isso é um quadro muito preocupante”.

Em entrevista ao Globo, o sócio da Gávea Investimento diz que “estamos vivendo uma colossal crise do Estado. O modelo econômico do segundo mandato do governo Lula e que foi turbinado no de Dilma, de uma nova matriz econômica, é ultrapassado. Nossas instituições econômicas são muito frágeis” (leia mais).

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