BNDES tenta tomar comando da JBS

Presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, disse que os irmãos Joesley e Wesley Batista, romperam um "pacto informal" para a saída deste último do comando da JBS. "Não cumpriram e, por isso, a empresa está acéfala agora", disse; Rabello também negou que o BNDES esteja sendo usado como arma de vingança pelo governo Michel Temer após as delações de Joesley e Wesley Batista que atingiram o peemedebista diretamente; "É exatamente o contrário. Veja bem: não é o governo que quer uma vendeta, é a República que quer se vender vindicada", afirmou; o BNDES é sócio da empresa é sócio da JBS com 21% de participação acionária

Presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, disse que os irmãos Joesley e Wesley Batista, romperam um "pacto informal" para a saída deste último do comando da JBS. "Não cumpriram e, por isso, a empresa está acéfala agora", disse; Rabello também negou que o BNDES esteja sendo usado como arma de vingança pelo governo Michel Temer após as delações de Joesley e Wesley Batista que atingiram o peemedebista diretamente; "É exatamente o contrário. Veja bem: não é o governo que quer uma vendeta, é a República que quer se vender vindicada", afirmou; o BNDES é sócio da empresa é sócio da JBS com 21% de participação acionária
Presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, disse que os irmãos Joesley e Wesley Batista, romperam um "pacto informal" para a saída deste último do comando da JBS. "Não cumpriram e, por isso, a empresa está acéfala agora", disse; Rabello também negou que o BNDES esteja sendo usado como arma de vingança pelo governo Michel Temer após as delações de Joesley e Wesley Batista que atingiram o peemedebista diretamente; "É exatamente o contrário. Veja bem: não é o governo que quer uma vendeta, é a República que quer se vender vindicada", afirmou; o BNDES é sócio da empresa é sócio da JBS com 21% de participação acionária (Foto: Paulo Emílio)

247 - O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, disse que os irmãos Joesley e Wesley Batista, romperam um "pacto informal" para a saída deste último do comando da JBS. "Não cumpriram e, por isso, a empresa está acéfala agora", disse. O BNDES é sócio da empresa é sócio da JBS com 21% de participação acionária.

Em entrevista ao jornal Folha de são Paulo, Rabello, diz que um acordo firmado em junho previa que os bancos públicos dariam apoio para que a JBS renegociasse as dívidas da empresa e contratasse uma consultoria para encontrar um novo presidente. Ainda segundo o executivo, os bancos públicos teriam cumprido a sua parte, ao contrário da JBS.

"A punição exemplar aos CPFs não pode se confundir com os CNPJs. A posição conhecida dos Batista é 41%. Se agiam como donos antes, passaram a conhecer sua verdadeira condição de sócios".

Ele também defendeu a busca imediata para que a JBS encontre um presidente interino. "A empresa neste momento funciona acéfala. Uma empresa de qualquer porte —não precisa ser imensa como a JBS— tem que ter linha sucessória. Até na padaria do seu Manoel tem que existir um plano de sucessão", ressaltou. "Um novo administrador interino é importante, já que estamos reestruturando o conselho de administração, como estava pactuado entre o presidente do BNDES e o presidente do conselho, embora de modo informal, completou.

Rabello também nega que o BNDES esteja sendo usado como arma de vingança pelo governo Michel Temer após as delações de Joesley e Wesley Batista que atingiram o peemedebista diretamente. "É exatamente o contrário. Veja bem: não é o governo que quer uma vendeta, é a República que quer se vender vindicada. Eu paguei um preço alto por fazer uma defesa da boa conduta negocial histórica do grupo. Segurei a barra dizendo que essa é uma empresa dos brasileiros, de todos nós, inclusive os Batista. Eles até quiseram levar a JBS para fora do país, mas a Maria Silvia (ex-presidente do BNDES que vetou que a empresa transferisse sua sede para o exterior) negou", destacou.

Ainda segundo ele, "também é importante esclarecer que não estamos pedindo para processar os administradores. É a lei das sociedades anônimas que determina que, se alguém é alvo de uma avaliação por falta de ética, não pode estar à frente de uma companhia. A opinião pública quer vindicar uma imunidade [concedida pela Procuradoria Geral da República] vista como impunidade. Por isso, passaram a interpretar que o BNDES queria tirar os Batista da empresa", disse.

Leia a íntegra da entrevista. 

 

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