Boeing pode ter 90% da empresa operacional criada com Embraer

Já está no Palácio do Planalto o o modelo do negócio no qual a Boeing e a Embraer criam uma empresa com 51% do capital pertence à empresa norte-americana; de acordo com uma fonte ouvida do setor privado, ouvida pelo jornal Valor Econômico, o mais relevante não é a participação da Boeing e da Embraer na joint venture, mas sim a fatia de cada uma na empresa operacional em si; "A ideia ainda é que a Boeing tenha 80% a 90% da empresa operacional", disse

Já está no Palácio do Planalto o o modelo do negócio no qual a Boeing e a Embraer criam uma empresa com 51% do capital pertence à empresa norte-americana; de acordo com uma fonte ouvida do setor privado, ouvida pelo jornal Valor Econômico, o mais relevante não é a participação da Boeing e da Embraer na joint venture, mas sim a fatia de cada uma na empresa operacional em si; "A ideia ainda é que a Boeing tenha 80% a 90% da empresa operacional", disse
Já está no Palácio do Planalto o o modelo do negócio no qual a Boeing e a Embraer criam uma empresa com 51% do capital pertence à empresa norte-americana; de acordo com uma fonte ouvida do setor privado, ouvida pelo jornal Valor Econômico, o mais relevante não é a participação da Boeing e da Embraer na joint venture, mas sim a fatia de cada uma na empresa operacional em si; "A ideia ainda é que a Boeing tenha 80% a 90% da empresa operacional", disse (Foto: Aquiles Lins)
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247 - Já está no Palácio do Planalto o o modelo do negócio no qual a Boeing e a Embraer criam uma empresa com 51% do capital pertence à empresa norte-americana. A nova empresa seria criada exclusivamente para a linha de aeronaves comerciais.

De acordo com uma fonte ouvida do setor privado, ouvida pelo jornal Valor Econômico, o mais relevante não é a participação da Boeing e da Embraer na joint venture que estará acima da empresa operacional, mas sim a fatia de cada uma na empresa operacional em si. "A ideia ainda é que a Boeing tenha 80% a 90% da empresa operacional", disse. Segundo esse raciocínio, a Boeing pode ter participação acionária direta na "companhia de baixo".

 Michel Temer ainda não deu aval à operação.Uma das dúvidas gira em torno das garantias de que linhas de produção importantes não serão realocadas para fora do Brasil. A preocupação maior nem é tanto com o futuro imediato. O que se busca é mais clareza de que não haveria migração gradual dos processos de desenvolvimento e de fabricação de aviões para outros países.

Outro questionamento é sobre o eventual acesso da Boeing às patentes sob domínio da Embraer, inclusive em outras áreas, como na de defesa. A transferência de tecnologia associada à compra dos caças Gripen, da sueca Saab, acentuam a importância disso. Será preciso definir uma série de salvaguardas para impedir que tecnologias em posse da Saab acabem indo parar nas mãos da Boeing - sua concorrente direta no mercado de jatos militares.

As informações são do jornal Valor Econômico. 

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