Bolsonaro e Guedes venderão metade das refinarias da Petrobrás

O governo Jair Bolsonaro vai aumentar a liquidação no Brasil com sua política entreguista que beneficia estrangeiros; a Petrobrás decidiu vender a partir de junho deste ano metade das refinarias de petróleo; os 13 empreendimentos refinarias da Petrobras nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste tinham capacidade de refinar 2,2 milhões de barris por dia em 2018; a estatal quer vender a capacidade de refino de 1,1 milhão de barris por dia; a decisão se baseia na ideia de que reduzir a capacidade de investimentos do Estado brasileiro vai retomar o crescimento, o que tem se mostrado um fracasso desde que a agenda entreguista voltou a todo vapor no brasil em 2016, quando Dilma Rousseff sofreu um golpe

Bolsonaro e Guedes venderão metade das refinarias da Petrobrás
Bolsonaro e Guedes venderão metade das refinarias da Petrobrás (Foto: Alan Santos/PR | Reuters)

247 - O governo Jair Bolsonaro vai aumentar a liquidação no Brasil com sua política entreguista que beneficia estrangeiros. A Petrobrás decidiu vender a partir de junho deste ano metade das refinarias de petróleo. Os empreendimentos ficam nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. As 13 refinarias da Petrobras tinham capacidade de refinar 2,2 milhões de barris por dia em 2018. A estatal quer vender a capacidade de refino de 1,1 milhão de barris por dia.

De acordo com o Blog de João Borges, o governo tem como objetivo encaminhar o modelo de privatização ao Conselho Administrativo de Defesa e Econômica (Cade) ainda neste mês. A empresa espera arrecadar entre US$10 e US$ 15 bilhões com a venda das refinarias. O objetivo é usar os recursos para reduzir as dívidas.

Em junho, a Petrobrás anunciará formalmente a venda das refinarias, qualificará os interessados e depois começará a análise de propostas.

A decisão do governo se baseia na ideia de que reduzir a capacidade de investimentos do Estado brasileiro vai retomar o crescimento econômico e deixar o povo com renda para consumir, o que tem se mostrado um fracasso desde que a agenda entreguista voltou ao Brasil a todo vapor em 2016, quando Dilma Rousseff sofreu um golpe e assumiu o então vice dela, Michel Temer, com apoio do PSDB. 

O discurso de crise na Petrobrás é a ponta de lança para vender talvez a principal empresa estratégica para a soberania nacional, o que, somado ao congelamentos de investimentos públicos e corte de direitos trabalhistas, continuará sendo fatal para o País, que, segundo projeções oficiais, deverá crescer menos de 2% este ano, cravando mais uma temporada de estagnação. 

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