Com Maria Silvia, BNDES tem a maior queda em 22 anos

Sob o comando de Maria Silvia, os desembolsos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o equivalente aos empréstimos concedidos pelo banco, encolheram em 35% em 2016, para R$ 88,3 bilhões, na comparação com o ano anterior; foi a maior queda anual da série histórica da instituição, que tem início em 1995; valor é também o mais baixo desde 2007, quando ficou em R$ 64,89 bilhões; as consultas de empresas a empréstimos recuaram em 11%, para R$ 110,39 bilhões, informou o banco na tarde desta terça-feira

Rio de Janeiro - A economista Maria Silvia Bastos Marques, toma posse como nova presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no edifício-sede, centro do Rio (Tomaz Silva/Agência Brasil)
Rio de Janeiro - A economista Maria Silvia Bastos Marques, toma posse como nova presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no edifício-sede, centro do Rio (Tomaz Silva/Agência Brasil) (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Sob o comando de Maria Silvia, os desembolsos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o equivalente aos empréstimos concedidos pelo banco, encolheram em 35% em 2016, para R$ 88,3 bilhões, na comparação com o ano anterior. Foi a maior queda anual da série histórica da instituição, que tem início em 1995. O valor é também o mais baixo desde 2007, quando ficou em R$ 64,89 bilhões. As consultas de empresas a empréstimos recuaram em 11%, para R$ 110,39 bilhões, informou o banco na tarde desta terça-feira.

"Segundo o banco, as consultas sobre potenciais financiamentos recuaram 11% na mesma comparação, para R$ 110,3 bilhões.

As informações são de reportagem da Folha de S.Paulo.

A consulta é importante porque é a primeira etapa de um pedido de financiamento no BNDES, quando são analisadas informações básicas sobre a empresa que pleiteia o crédito e o projeto.

"No ano passado, houve redução da demanda, e o BNDES não é uma ilha, está num contexto de dois ou três anos ruins", disse Fábio Giambiagi, superintendente do BNDES.

Segundo ele, o desembolso de 2016 é o menor desde 2007, quando o montante foi de R$ 64,9 bilhões (em valores correntes). Se for considerada a correção pela inflação, no entanto, o valor é o menor desde 2004.

Além disso, foi a primeira vez desde 2008 que os desembolsos ficaram abaixo da marca de R$ 100 bilhões."

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