Continua pressão pela saída de presidente do BNDES

Parte da equipe econômica do governo Michel Temer, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, virou uma espécie de "elefante em uma loja de cristais" devido às constantes críticas feitas pelo executivo contra pontos da política econômica implementadas; segundo esta ala, a permanência de Rabello no cargo atua contra o próprio governo; ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, porém, nega que o governo tenha intenção de trocar o comando do BNDES

Parte da equipe econômica do governo Michel Temer, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, virou uma espécie de "elefante em uma loja de cristais" devido às constantes críticas feitas pelo executivo contra pontos da política econômica implementadas; segundo esta ala, a permanência de Rabello no cargo atua contra o próprio governo; ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, porém, nega que o governo tenha intenção de trocar o comando do BNDES
Parte da equipe econômica do governo Michel Temer, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, virou uma espécie de "elefante em uma loja de cristais" devido às constantes críticas feitas pelo executivo contra pontos da política econômica implementadas; segundo esta ala, a permanência de Rabello no cargo atua contra o próprio governo; ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, porém, nega que o governo tenha intenção de trocar o comando do BNDES (Foto: Paulo Emílio)

247 - Para parte da equipe econômica do governo Michel Temer, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro, virou uma espécie de "elefante em uma loja de cristais" devido às constantes críticas feitas pelo executivo contra pontos da política econômica implementadas. Segundo esta ala, a permanência de Rabello no cargo atua contra o próprio governo.

Rabello já criticou publicamente a criação da Taxa de Longo Prazo (TLP), que irá corrigir os empréstimos feitos pelo BNDES), e a cobrança feita pelo Governo para que a instituição devolva já em 2018 o montante de R$ 130 bilhões emprestados nos últimos anos para ampliar o total de empréstimos.

Além disso, a saída de Rabello também serviria para que Temer agradasse o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). A relação entre Temer e Maia ficou tensa nas últimas semanas e o peemedebista teria ofertado o comando do BNDES como uma forma de acalmar os ânimos do aliado ás vésperas da votação da segunda denúncia pela Câmara contra ele.

Com o vazamento dos bastidores da pressão pela saída de Rabello, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, correu para afirmar que o executivo permanece no cargo e que o governo não tem intenção de trocar o comando do BNDES.

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