Defasagem no preço dos combustíveis chega a 17%, afirmam importadores

De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), os valores praticados pela Petrobrás nas refinarias estariam defasados, o que, na prática, significa a possibilidade de novos aumentos dos combustíveis

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(Foto: Paulo Whitaker/Reuters)


247 - O preço dos combustíveis pode aumentar nas próximas semanas, pois, de acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), os valores praticados pela Petrobrás nas refinarias estariam defasados, em média, 13% para a gasolina e 17% para o óleo diesel. A defasagem seria de R$ 0,42 para o litro da gasolina e R$ 0,60 no de óleo diesel. 

Segundo reportagem da CNN Brasil, o cálculo foi feito com base nos critérios de Preço de Paridade de Importação (PPI). Os valores representam a diferença entre o preço praticado no mercado internacional, onde o Brasil compra os dois combustíveis, e os praticados pela estatal no mercado interno.

O Brasil é o sétimo maior produtor e exportador mundial de petróleo, mas não produz combustíveis em quantidade suficiente para abastecer o mercado interno: faltam, em média, 15% da gasolina e entre 25% e 30% do diesel.

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