Depois de negar, governo não só anuncia nova CPMF como quer aumentar alíquota

Depois de dizer que jamais iria promover o retorno da CPMF, o governo já estuda em subir a alíquota depois de imlementado o novo imposto. A "ideia" é usar a "nova CPMF" para substituir a tributação sobre a folha de pagamentos, considerada por Paulo Guedes como um entrave para a geração de empregos.

247 - Depois de dizer que jamais iria promover o retorno da CPMF, o governo já estuda em subir a alíquota depois de imlementado o novo imposto. A "ideia" é usar a "nova CPMF" para substituir a tributação sobre a folha de pagamentos, considerada por Paulo Guedes como um entrave para a geração de empregos.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que "o plano discutido atualmente é partir de uma alíquota mais baixa, entre 0,2% e 0,22%, e aumentar a cobrança ao longo dos anos seguintes. O patamar começou a ser discutido recentemente, depois de o percentual visto como ideal pelo governo ter sido alterado mais de uma vez."

A matéria ainda acrescenta: "o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, calculava a necessidade de uma alíquota maior do imposto sobre pagamentos em seu modelo de reforma tributária. Os percentuais em análise variavam entre 0,3% e 0,5% para cada lado da transação (pagador e recebedor). Ou seja, uma operação de R$ 5.000 recolheria até R$ 50 de imposto.  O ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a falar nesta semana que se o imposto sobre pagamentos tiver uma alíquota pequena, “não machuca”, além de ajudar a repor dinheiro rapidamente ao caixa do governo."

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