Desemprego fica estável em 7% em setembro

Índice do mês passado foi estimado em 7,6% nas principais regiões do País - Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre -, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE; em setembro de 2014, a taxa era 4,9%

Índice do mês passado foi estimado em 7,6% nas principais regiões do País - Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre -, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE; em setembro de 2014, a taxa era 4,9%
Índice do mês passado foi estimado em 7,6% nas principais regiões do País - Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre -, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE; em setembro de 2014, a taxa era 4,9% (Foto: Gisele Federicce)
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Nielmar de Oliveira – Repórter da Agência Brasil

O desemprego em setembro de 2015 foi estimado em 7,6% em Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em setembro de 2014, a taxa era 4,9%. A taxa de desocupação em setembro, no entanto, ficou estável em relação a agosto deste ano.

O contingente de desocupados, em setembro de 2015 foi estimado em 1,9 milhão de pessoas nas seis regiões investigadas: houve crescimento de 56,6% em relação a setembro de 2014. Isso significa que há mais 670 mil pessoas em busca de trabalho.

A população ocupada foi estimada em 22,7 milhões, refletindo estabilidade na análise mensal (em comparação a agosto) e retração de 1,8% (menos 420 mil pessoas) na comparação com setembro de 2014. O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (11,3 milhões) não variou na comparação mensal e, frente a setembro do ano passado, caiu 3,5% (menos 409 mil pessoas).

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores foi estimado em R$ 2.179,80: ficou 0,8% menor que o verificado em agosto (R$ 2.196,54) e 4,3% abaixo do apurado em setembro de 2014 (R$ 2.278,58). A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados foi estimada em 50,1 bilhões em setembro de 2015. Está 0,6% menor que a estimada em agosto. Na comparação anual esta estimativa recuou 6,1%.

A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 50,3 bilhões), estimada em agosto de 2015, caiu 0,5% frente a julho e recuou 6,3% na comparação com agosto de 2014.

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