Em nova desfeita a Bolsonaro, EUA restringem benefícios comerciais ao Brasil

Apesar de toda a subserviência do governo Bolsonaro a Donald Trump, o governo dos Estados Unidos retira o Brasil da lista de nações em desenvolvimento e restringe benefícios comerciais ao país. O pretexto é reduzir o número de beneficiários da categoria "em desenvolvimento", com o que os EUA pretendem atingir principalmente a China

Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta o presidente dos EUA, Donald Trump, durante encontro na Casa Branca
Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta o presidente dos EUA, Donald Trump, durante encontro na Casa Branca (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)

247 - O governo de Donald Trump comete mais uma desfeita ao governo Bolsonaro, apesar de todo o entreguismo e subserviência do titular do Palácio do Planalto à superpotência estadunidense. 

A administração de Trump decidiu nesta segunda-feira (10) excluir o Brasil da lista de nações consideradas em desenvolvimento na Organização Mundial do Comércio (OMC), o que dava ao país vantagens comerciais.

Reportagem da Folha de S.Paulo informa que além do Brasil, foram afetados outros 18 países, como Argentina, Índia e Colômbia. 

Agora o Brasil poderá ser alvo de retaliações comerciais estadunidenses, caso fique comprovado que o país subsidia produtos acima de um determinado teto. 

A medida norte-americana afeta o comércio exterior do Brasil.

Os Estados Unidos pretendem reduzir o número dos países em desenvolvimento que poderiam receber tratamento especial sem serem afetados por barreiras contra seus produtos. Alegadamente, o alvo principal é a China, país contra o qual os EUA seguem em guerra comercial e que também tem na Organização Mundial do Comércio (OMC) o status de país em desenvolvimento. 

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