Emprego na construção cai 5% e setor prevê piora

Dados do Sindicato da Construção Civil do estado de São Paulo (Sinduscon) mostram que o número de pessoas empregadas na construção civil caiu 5% em 2017; foram 125 mil vagas a menos em relação a 2016, quando houve retração de 14%; "Não temos uma projeção oficial para 2018, mas deveremos ter uma nova queda, com redução de 100 mil postos. Isso em um cenário sem a reforma da Previdência, que libera verba para investimento", diz o presidente da entidade, José Romeu Ferraz Neto

Homens trabalham na construção de casas no Rio de Janeiro 17/06/2016 REUTERS/Ricardo Moraes
Homens trabalham na construção de casas no Rio de Janeiro 17/06/2016 REUTERS/Ricardo Moraes (Foto: Aquiles Lins)

247 - Dados do Sindicato da Construção Civil do estado de São Paulo (Sinduscon) mostram que o número de pessoas empregadas na construção civil caiu 5% em 2017. Foram 125 mil vagas a menos em relação a 2016, quando houve retração de 14%.

Segundo o presidente da entidade, José Romeu Ferraz Neto, áreas que antecedem as obras e tinham melhorado, como preparo de terrenos, voltaram a cair no fim do ano.

"Não temos uma projeção oficial para 2018, mas deveremos ter uma nova queda, com redução de 100 mil postos. Isso em um cenário sem a reforma da Previdência, que libera verba para investimento", diz ele à coluna Mercado Aberto, da Folha de S. Paulo.

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