Estrangeiro já tirou R$ 10,6 bi da bolsa, pior saldo desde crise de 2008

Investidores estrangeiros retiraram mais de R$ 10 bilhões da bolsa de valores brasileira do começo do ano até agora, sendo a maior retirada líquida em um primeiro semestre na história da bolsa; a última vez que uma fuga deste tamanho aconteceu foi na crise de 2008, quando o saldo negativo anual foi de R$ 24,6 bilhões

Investidores estrangeiros retiraram mais de R$ 10 bilhões da bolsa de valores brasileira do começo do ano até agora, sendo a maior retirada líquida em um primeiro semestre na história da bolsa; a última vez que uma fuga deste tamanho aconteceu foi na crise de 2008, quando o saldo negativo anual foi de R$ 24,6 bilhões
Investidores estrangeiros retiraram mais de R$ 10 bilhões da bolsa de valores brasileira do começo do ano até agora, sendo a maior retirada líquida em um primeiro semestre na história da bolsa; a última vez que uma fuga deste tamanho aconteceu foi na crise de 2008, quando o saldo negativo anual foi de R$ 24,6 bilhões (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Investidores estrangeiros retiraram mais de R$ 10 bilhões da bolsa de valores brasileira do começo do ano até agora, sendo a maior retirada líquida em um primeiro semestre na história da bolsa. A última vez que uma fuga este tamanho aconteceu foi na crise financeira de 2008, quando o saldo negativo anual atingiu R$ 24,6 bilhões. No primeiro semestre daquele ano, a retirada foi de R$ 6,66 bilhões. As estatísticas negativas são consequência do menor interesse dos mercados globais em tomar risco e apostar em emergentes. No Brasil, outros dois fatores influenciam nos dados: a projeção de crescimento mais fraco do que o esperado para este ano e a incerteza das eleições de outubro.

De acordo com César Mikail, responsável pela área de trading equities da Western Asset, "se a tendência de retirada dos estrangeiros vai continuar é muito difícil dizer, num momento tomado por incertezas, mas o fluxo diminuiu muito, não estamos mais no contexto de antes".  "Em um ambiente de excesso de liquidez [no mundo], o investidor não ligaria para isso, mas não é mais o caso".

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