FGTS quer sair do monopólio da Odebrecht

Fundo de investimentos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o FI-FGTS, quer aplicar R$ 7 bilhões em novos projetos, principalmente em empresas de construção, como Queiroz Galvão; grupo de Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa; e Invepar, controlada pela OAS; gestores da Caixa avaliam que a concentração de investimentos na construtora de Marcelo Odebrecht ficou alta demais

Fundo de investimentos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o FI-FGTS, quer aplicar R$ 7 bilhões em novos projetos, principalmente em empresas de construção, como Queiroz Galvão; grupo de Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa; e Invepar, controlada pela OAS; gestores da Caixa avaliam que a concentração de investimentos na construtora de Marcelo Odebrecht ficou alta demais
Fundo de investimentos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o FI-FGTS, quer aplicar R$ 7 bilhões em novos projetos, principalmente em empresas de construção, como Queiroz Galvão; grupo de Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa; e Invepar, controlada pela OAS; gestores da Caixa avaliam que a concentração de investimentos na construtora de Marcelo Odebrecht ficou alta demais (Foto: Roberta Namour)

247 - O fundo de investimentos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), o FI-FGTS, quer aplicar R$ 7 bilhões em novos projetos, principalmente em empresas de construção.

Objetivo de gestores da Caixa é fugir do monopólio da Odebrecht, de Marcelo Odebrecht, que já recebeu investimentos de R$ 26,9 bilhões e pode obter ainda até R$ 40 bilhões.

O fundo visa agora atrair negócios da Queiroz Galvão; da concessionária de rodovias CCR, do grupo de Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa; e da Invepar, controlada pela OAS.

Leia aqui a reportagem de Renata Agostini sobre o assunto. 

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