Fitch vê dificuldades a caminho, mas mantém nota de bancos brasileiros

A agência de classificação de risco Fitch Ratings manteve inalteradas as notas de risco das instituições financeiras do Brasil; apesar disto, a agência destaca que "acredita que a lucratividade do setor diminuirá em 2015"; a situação, ainda segundo a instituição, é "estável até o momento, mas tempos difíceis estão a caminho"

A agência de classificação de risco Fitch Ratings manteve inalteradas as notas de risco das instituições financeiras do Brasil; apesar disto, a agência destaca que "acredita que a lucratividade do setor diminuirá em 2015"; a situação, ainda segundo a instituição, é "estável até o momento, mas tempos difíceis estão a caminho"
A agência de classificação de risco Fitch Ratings manteve inalteradas as notas de risco das instituições financeiras do Brasil; apesar disto, a agência destaca que "acredita que a lucratividade do setor diminuirá em 2015"; a situação, ainda segundo a instituição, é "estável até o momento, mas tempos difíceis estão a caminho" (Foto: Paulo Emílio)
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247 - A agência de classificação de risco Fitch Ratings manteve inalteradas as notas de risco das instituições bancárias do Brasil. Apesar disto, no relatório divulgado nesta segunda-feira (6), a agência destaca que "acredita que a lucratividade do setor diminuirá em 2015". Ainda segundo a a instituição, a situação é "estável até o momento, mas tempos difíceis estão a caminho".

O relatório, que é divulgado trimestralmente, diz respeito aos últimos três meses de 2014. A Fitch destaca também que o desempenho da maioria dos bancos nacionais foi "relativamente bom".

"Entretanto, a Fitch acredita que a lucratividade do setor diminuirá em 2015, como resultado do aumento das despesas de provisionamento decorrente do fraco ambiente operacional". Apesar da ressalva negativa, a agência de classificação de risco destaca que esta "queda será administrável".

A Fitch Ratings foi a segunda agência de classificação de risco a encontra-se com a equipe econômica do governo da presidente Dilma Rosseff em março. Anteriormente, a Standard & Poor's já havia participado de um encontro semelhante.

 

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