Folha usa rombos de Temer para fazer lobby pela privatização selvagem

Quebrar o estado brasileiro, com o golpe de 2016 e os rombos fiscais produzidos por Michel Temer e Henrique Meirelles, pode ter sido uma estratégia deliberada para abrir caminho para uma nova rodada de privatizações selvagens; este é o principal destaque da Folha neste domingo, que fala da arrecadação de cerca de R$ 450 bilhões, se tudo for vendido, incluindo Petrobras, Caixa e Banco do Brasil; detalhe: a soma representa apenas três anos dos déficits de Temer e Meirelles

www.brasil247.com - Quebrar o estado brasileiro, com o golpe de 2016 e os rombos fiscais produzidos por Michel Temer e Henrique Meirelles, pode ter sido uma estratégia deliberada para abrir caminho para uma nova rodada de privatizações selvagens; este é o principal destaque da Folha neste domingo, que fala da arrecadação de cerca de R$ 450 bilhões, se tudo for vendido, incluindo Petrobras, Caixa e Banco do Brasil; detalhe: a soma representa apenas três anos dos déficits de Temer e Meirelles
Quebrar o estado brasileiro, com o golpe de 2016 e os rombos fiscais produzidos por Michel Temer e Henrique Meirelles, pode ter sido uma estratégia deliberada para abrir caminho para uma nova rodada de privatizações selvagens; este é o principal destaque da Folha neste domingo, que fala da arrecadação de cerca de R$ 450 bilhões, se tudo for vendido, incluindo Petrobras, Caixa e Banco do Brasil; detalhe: a soma representa apenas três anos dos déficits de Temer e Meirelles (Foto: Leonardo Attuch)


247 – Nos governos dos presidentes Lula e Dilma, a dívida interna foi controlada de forma virtuosa. Como a economia crescia, aumentava a arrecadação de impostos e, assim, era possível equilibrar as contas públicas. 

A histeria em torno da questão fiscal só reapareceu em 2015, quando Dilma lançou medidas para equilibrar o orçamento, que envolviam a volta da CPMF e uma pequena reforma previdenciária. No entanto, ela foi sabotada e, depois disso, o Brasil mergulhou no abismo.

Em dois anos de golpe, 2016 e 2017, o Brasil produziu rombos fiscais de R$ 280 bilhões. Para 2018, está previsto um novo buraco de R$ 158 bilhões.

Como o golpe travou a economia e arrombou as contas públicas, a solução apresentada por aqueles que são incapazes de gerar desenvolvimento é a mesma de sempre: privatização.

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Este lobby surge hoje nas páginas da Folha, em sua manchete principal. "A lista de empresas públicas com potencial para serem privatizadas é longa. Mais precisamente, são 168 estatais e 109 subsidiárias, na União e em todos os Estados. O potencial de arrecadação, por sua vez, é elevado: gira entre R$ 400 bilhões e R$ 500 bilhões", diz o texto.

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"O maior potencial de arrecadação estaria no governo federal. Tomando com base um valor de R$ 421 bilhões com as vendas, 71% estariam concentrados na União", aponta ainda a reportagem. "Dos R$ 421 bilhões de potencial identificado, a maior fatia (47%) viria do setor financeiro, e a maior parte desse valor seria referente à venda da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e do BNDESPar (braço de participação acionária do BNDES) —privatizações que hoje nem sequer são cogitadas e que são, no mínimo, polêmicas. Em seguida, vêm empresas dos setores de óleo e gás (15%), saneamento básico (15%), transportes (8%) e energia (5%)."

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