Governo lançará pacote de estímulo à economia

Equipe econômica da presidente Dilma Rousseff, comandada pelo ministro Nelson Barbosa, lança nesta segunda-feira, 21, um pacote de medidas de estímulo à economia do País em meio à crise política; governo espera jogar R$ 15 bilhões na economia no segundo semestre e indicar que as contas públicas vão voltar ao azul nos próximos anos; avaliação de Barbosa é que haverá espaço para queda da taxa de juros também no segundo semestre, contribuindo para estimular a economia; mas para isso, o Congresso precisa colaborar

Brasília - O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, participa do Seminário Tesouro 30 anos, organizado em comemoração ao aniversário de 30 anos da Instituição, criada em 10 de março de 1986 (José Cruz/Agência Brasil)
Brasília - O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, participa do Seminário Tesouro 30 anos, organizado em comemoração ao aniversário de 30 anos da Instituição, criada em 10 de março de 1986 (José Cruz/Agência Brasil) (Foto: Aquiles Lins)

247 - A equipe econômica da presidente Dilma Rousseff lança nesta segunda-feira, 21, um pacote de medidas de estímulo à economia do País em meio à crise política.

Com as medidas, o governo espera jogar R$ 15 bilhões na economia no segundo semestre e indicar que as contas públicas vão voltar ao azul nos próximos anos. A equipe comandada pelo ministro Nelson Barbosa acredita que haverá espaço para queda da taxa de juros também no segundo semestre, contribuindo para estimular a economia.

Para Barbosa, o caminho para a retomada do crescimento ainda no final deste ano depende da aprovação das medidas que serão enviadas ao Congresso Nacional na segunda. A missão é convencer a oposição a ajudar na aprovação dos projetos com o argumento de que, apesar da crise política, algo é preciso ser feito imediatamente para tirar o país da recessão –economistas preveem queda de 3,5% do PIB.

Nessa sexta-feira, 18, Nelson Barbosa disse que "está na hora" de a política ajudar na recuperação da economia, reconhecendo que o ambiente está bastante conturbado. "Propostas extremas, seja de um lado ou de outro, não são sustentáveis", afirmou ele durante evento em São Paulo. "Incerteza política atrasa a recuperação econômica" (leia mais).

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