Mansueto se diz contra aumento de impostos

Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, se posicionou ontem publicamente contra a elevação da carga tributária para reequilibrar as contas públicas; para ele, é "ilusório" esperar uma recuperação rápida da arrecadação federal, como ocorreu no passado graças à elevação de impostos: "Não podemos mais repetir a velha fórmula de aumentar carga tributária", escreveu no Twitter

Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, se posicionou ontem publicamente contra a elevação da carga tributária para reequilibrar as contas públicas; para ele, é "ilusório" esperar uma recuperação rápida da arrecadação federal, como ocorreu no passado graças à elevação de impostos: "Não podemos mais repetir a velha fórmula de aumentar carga tributária", escreveu no Twitter
Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, se posicionou ontem publicamente contra a elevação da carga tributária para reequilibrar as contas públicas; para ele, é "ilusório" esperar uma recuperação rápida da arrecadação federal, como ocorreu no passado graças à elevação de impostos: "Não podemos mais repetir a velha fórmula de aumentar carga tributária", escreveu no Twitter (Foto: Roberta Namour)

247 – O secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto Almeida, se posicionou ontem publicamente contra a elevação da carga tributária para reequilibrar as contas públicas.

Para ele, é "ilusório" esperar uma recuperação rápida da arrecadação federal, como ocorreu no passado graças à elevação de impostos. "Não podemos mais repetir a velha fórmula de aumentar carga tributária", escreveu no Twitter.

A declaração representa uma virada para Mansueto. "Não há contradição. Antes de vir para o governo, não imaginava que o Executivo teria coragem de lançar uma proposta de emenda constitucional que limitasse o crescimento da despesa. Por isso, antes de participar do governo, eu defendia um aumento temporário de tributos. Mas o governo foi mais ousado do que eu e vários analistas esperavam", afirmou, em entrevista ao Valor.

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