Meirelles terá a palavra final em todos os bancos oficiais

Cotado para assumir o Ministério da Fazenda num eventual governo do vice-presidente Michel Temer, Henrique Meirelles deve receber do PMDB uma lista uma lista prévia de nomes para a presidência do Banco Central e terá a palavra final também nas indicações para os bancos federais, como Banco do Brasil, Caixa, BNDES, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste; ex-presidente do BC, ele defende a independência da instituição como uma das medidas para o Brasil retomar o crescimento na economia

Cotado para assumir o Ministério da Fazenda num eventual governo do vice-presidente Michel Temer, Henrique Meirelles deve receber do PMDB uma lista uma lista prévia de nomes para a presidência do Banco Central e terá a palavra final também nas indicações para os bancos federais, como Banco do Brasil, Caixa, BNDES, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste; ex-presidente do BC, ele defende a independência da instituição como uma das medidas para o Brasil retomar o crescimento na economia
Cotado para assumir o Ministério da Fazenda num eventual governo do vice-presidente Michel Temer, Henrique Meirelles deve receber do PMDB uma lista uma lista prévia de nomes para a presidência do Banco Central e terá a palavra final também nas indicações para os bancos federais, como Banco do Brasil, Caixa, BNDES, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste; ex-presidente do BC, ele defende a independência da instituição como uma das medidas para o Brasil retomar o crescimento na economia (Foto: Roberta Namour)
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247 - Cotado para assumir o Ministério da Fazenda num eventual governo do vice-presidente Michel Temer, Henrique Meirelles deve receber do PMDB uma lista uma lista prévia de nomes para a presidência do Banco Central e terá a palavra final também nas indicações para os bancos federais, como Banco do Brasil, Caixa, BNDES, Banco da Amazônia e Banco do Nordeste.

O PMDB defende a ideia de que o sistema financeiro público deve estar bem alinhado com o Ministério da Fazenda.

Entre os cotados para o BC estão os ex-diretores da instituição Mário Mesquita, Ilan Goldfajn (hoje no Itaú) e Eduardo Loyo (hoje no BTG Pactual) e o ex-secretário do Tesouro Nacional Carlos Kawall.

Ex-presidente do BC, ele defende a independência da instituição como uma das medidas para o Brasil retomar o crescimento na economia.

Leia aqui reportagem de Juliano Basile sobre o assunto.

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