Mercado do boi desacelera com prisão de Wesley Batista

Assim como aconteceu em maio, quando explodiu a delação de Joesley Batista, o mercado do boi voltou a ficar desacelerado com a prisão nesta semana de Wesley Batista; desde maio, a JBS começou a comprar gado dos pecuaristas com prazo de 30 dias e não mais à vista; na quarta-feira, quando Wesley foi preso pela PF, JBS suspendeu temporariamente compras de gado em algumas unidades do Brasil

Visão geral de unidade da processadora de carne JBS, na cidade de Lapa, no Paraná 21/03/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Visão geral de unidade da processadora de carne JBS, na cidade de Lapa, no Paraná 21/03/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: José Barbacena)

247 - Assim como aconteceu em maio, quando explodiu a delação de Joesley Batista, o mercado do boi voltou a ficar desacelerado com a prisão nesta semana de Wesley Batista. 

Desde maio, a JBS começou a comprar gado dos pecuaristas com prazo de 30 dias e não mais à vista. 

Na quarta-feira, quando Wesley foi preso pela PF, JBS suspendeu temporariamente compras de gado em algumas unidades do Brasil.

A prisão do executivo, integrante da família que é sócia majoritária do maior produtor de proteína animal do mundo, deixou o mercado de gado no Brasil apreensivo e em compasso de espera em relação aos desdobramentos do caso.

"Tem algum terror acontecendo [no mercado], alguma aversão a risco, e as plantas da JBS suspenderam suas compras", disse à Reuters a diretora da consultoria Agrifatto, Lygia Pimentel.

 

 

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