Michel Klein: sem medo da crise e esperançoso com o Brasil

Em passagem a Salvador para a inaugurao de mais duas lojas da rede, o presidente das Casas Bahia conversou com o Bahia 247 sobre crescimento econmico, varejo e at as pecualiaridades do consumidor baiano

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Por Luciana Rebouças_Bahia 247

Sem medo da crise econômica, confiante no crescimento da produção no Brasil e com as encomendas já prontas para o Natal. Assim está Michel Klein, presidente do Conselho de Administração das Casas Bahia, uma das maiores redes de eletrodomésticos no país. Klein esteve na quinta-feira (22) em Salvador para inaugurar mais duas lojas da rede, uma na Avenida Sete de Setembro e outra na Liberdade.

Com estas duas novas lojas, as Casas Bahia somam 32 unidades no Nordeste, sendo 31 na Bahia e apenas uma em Sergipe. Questionado sobre a continuidade da expansão, Klein tem mais boas notícias: ele conta que deverão ser inauguradas mais duas unidades no Estado até o final do ano – uma em Vitória da Conquista e outra em Juazeiro. A expansão continua também no Nordeste, com a intenção da empresa de abrir uma loja no Ceará e outra em Pernambuco até dezembro.

Klein também está otimista com relação à continuidade do crescimento do país, mesmo com a crise internacional. "Não temos visto o desemprego atingir o Brasil. Estamos produzindo muito e ainda há espaço para produzir. Além disto, os sindicatos têm conseguido aumentos reais para os trabalhadores, o que mantém a renda do brasileiro", comentou o presidente das Casas Bahia.

Sobre outro fantasma evocado por economistas, o endividamento, Klein também responde tranquilo: "O endividamento não preocupa, porque ainda está controlado". A rede foi pioneira na criação do "carnezinho" (forma como a empresa chama o próprio carnê), que possibilitou aos clientes sem crédito nos bancos comprarem seus primeiros utensílios. Hoje, Klein diz que o varejo já é movido a prestações do cartão de crédito, mas as lojas ainda têm muitos clientes que recorrem ao "carnezinho".

O presidente das Casas Bahia ainda conta uma peculiaridade sobre o mercado consumidor baiano. "Boa parte destes baianos têm famílias que já compravam nas Casas Bahia em São Paulo e estes parentes ensinaram aos baianos como são as condições de compra. Hoje, eles já estão familiarizados", conta Klein sorrindo. Antes de abrir as portas no Estado, a rede teve seu início em 1952, em São Caetano do Sul, no estado de São Paulo.

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