Mudança em indexador terá custo de R$ 3 bilhões

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estimou em 3 bilhões de reais neste ano o impacto da mudança do indexador das dívidas de Estados e municípios com a União, disse nesta quarta-feira o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Delcídio Amaral (PT-MS); Levy disse a jornalistas que Delcídio sinalizou possibilidades de discussão de agenda de crescimento que contempla reforma do ICMS e pontos de desenvolvimento regional durante reunião nesta quarta-feira (25)

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estimou em 3 bilhões de reais neste ano o impacto da mudança do indexador das dívidas de Estados e municípios com a União, disse nesta quarta-feira o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Delcídio Amaral (PT-MS); Levy disse a jornalistas que Delcídio sinalizou possibilidades de discussão de agenda de crescimento que contempla reforma do ICMS e pontos de desenvolvimento regional durante reunião nesta quarta-feira (25)
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estimou em 3 bilhões de reais neste ano o impacto da mudança do indexador das dívidas de Estados e municípios com a União, disse nesta quarta-feira o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Delcídio Amaral (PT-MS); Levy disse a jornalistas que Delcídio sinalizou possibilidades de discussão de agenda de crescimento que contempla reforma do ICMS e pontos de desenvolvimento regional durante reunião nesta quarta-feira (25) (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estimou em 3 bilhões de reais neste ano o impacto da mudança do indexador das dívidas de Estados e municípios com a União, disse nesta quarta-feira o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, Delcídio Amaral (PT-MS).

Levy disse a jornalistas que Delcídio sinalizou possibilidades de discussão de agenda de crescimento que contempla reforma do ICMS e pontos de desenvolvimento regional durante reunião nesta manhã.

"Semana que vem a gente vai continuar essa conversa", afirmou Levy, avaliando que a reunião com um grupo de senadores realizada no ministério da Fazenda foi positiva e que "não há substituto para o diálogo".

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