Mudança na aposentadoria vai custar R$ 2,5 tri em 35 anos

Texto aprovado na Câmara permite que o trabalhador possa se aposentar desde que a soma do tempo de serviço com a idade seja igual ou superior a 85, para mulheres, e a 95, para homens; ontem, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, alertou que os parlamentares devem ter cuidado ao votar projetos que alterem o fator previdenciário para evitar a possibilidade de que isso resulte no aumento dos impostos para compensar os gastos com aposentadorias

Texto aprovado na Câmara permite que o trabalhador possa se aposentar desde que a soma do tempo de serviço com a idade seja igual ou superior a 85, para mulheres, e a 95, para homens; ontem, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, alertou que os parlamentares devem ter cuidado ao votar projetos que alterem o fator previdenciário para evitar a possibilidade de que isso resulte no aumento dos impostos para compensar os gastos com aposentadorias
Texto aprovado na Câmara permite que o trabalhador possa se aposentar desde que a soma do tempo de serviço com a idade seja igual ou superior a 85, para mulheres, e a 95, para homens; ontem, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, alertou que os parlamentares devem ter cuidado ao votar projetos que alterem o fator previdenciário para evitar a possibilidade de que isso resulte no aumento dos impostos para compensar os gastos com aposentadorias (Foto: Roberta Namour)
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247 – A emenda aprovada pela Câmara dos Deputados na MP 664, que na prática extingue o chamado fator previdenciário, pode representar um impacto nos cofres da Previdência com o pagamento de aposentadorias de R$ 40 bilhões em dez anos, podendo chegar a R$ 300 bilhões em um prazo de 20 anos e a R$ 2,5 trilhões até 2050.

O texto permite que o trabalhador possa se aposentar desde que a soma do tempo de serviço com a idade seja igual ou superior a 85, para mulheres, e a 95, para homens.

Ontem, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, alertou que os parlamentares devem ter cuidado ao votar projetos que alterem o fator previdenciário para evitar a possibilidade de que isso resulte no aumento dos impostos para compensar os gastos com aposentadorias.

"Tem muita gente que diz que a retirada do fator previdenciário vai aumentar despesa, portanto aumentar impostos. As pessoas têm que ter muito cuidado ao votarem para não criar uma necessidade de mais impostos", disse o ministro ao participar de uma palestra na Global Summit of Women, nesta quinta-feira (14).

Para evitar o veto presidencial, Dilma Rousseff pediu a sua equipe para tentar definir uma nova fórmula de aposentadoria que substitua o atual fator previdenciário, em negociações com as centrais sindicais.

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