'Nova CPMF' pode ter alíquota de 0,60%

Modelo de reforma tributária defendido nos bastidores por Paulo Guedes prevê uma alíquota em torno de 0,60% do imposto sobre transações financeiras no lugar de todos os tributos federais - à exceção do Imposto de Renda

O ministro da Economia, Paulo Guedes.
O ministro da Economia, Paulo Guedes. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)

247 - O modelo de reforma tributária defendido nos bastidores pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, prevê uma alíquota em torno de 0,60% do imposto sobre transações financeiras no lugar de todos os tributos federais - à exceção do Imposto de Renda, informa reportagem do Valor Econômico.

A reportagem informa que, entre as várias propostas de reforma que circulam no governo, um ponto pacífico é criar esse imposto como substituição a encargos previdenciários na folha de pagamento. Para isso, seria necessário ter uma alíquota de 0,30%. 

Da Argentina, Guedes afirmou nesta quinta que a nova CPMF seria criada como forma de compensar a receita com a desoneração da folha de pagamentos, que também estará nessa proposta. 

Segundo ele, a reforma tributária do governo terá três eixos: uma importante mudança no Imposto de Renda (IR); redução e simplificação de tributos, criando um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) federal; e uma ampla desoneração da folha de pagamentos, que será compensada pela tributação  sobre a movimentação financeira.

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