Nova equipe econômica vai criar agenda positiva

Assim que forem oficialmente integrados à equipe econômica, os economistas Joaquim Levy, que irá para a Fazenda, e Nelson Barbosa, escalado para o Planejamento, além do novo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, irão trabalhar em medidas destinadas a ampliar a competitividade da economia brasileira; a agenda, a ser divulgada até dia 14 de dezembro, inclui, na área tributária, a unificação do PIS e do Cofins; na desburocratização, o fim da papelada no comércio exterior; e, no resgate à indústria, incentivos para renovação das fábricas; discurso não será de arrocho

Assim que forem oficialmente integrados à equipe econômica, os economistas Joaquim Levy, que irá para a Fazenda, e Nelson Barbosa, escalado para o Planejamento, além do novo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, irão trabalhar em medidas destinadas a ampliar a competitividade da economia brasileira; a agenda, a ser divulgada até dia 14 de dezembro, inclui, na área tributária, a unificação do PIS e do Cofins; na desburocratização, o fim da papelada no comércio exterior; e, no resgate à indústria, incentivos para renovação das fábricas; discurso não será de arrocho
Assim que forem oficialmente integrados à equipe econômica, os economistas Joaquim Levy, que irá para a Fazenda, e Nelson Barbosa, escalado para o Planejamento, além do novo ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro, irão trabalhar em medidas destinadas a ampliar a competitividade da economia brasileira; a agenda, a ser divulgada até dia 14 de dezembro, inclui, na área tributária, a unificação do PIS e do Cofins; na desburocratização, o fim da papelada no comércio exterior; e, no resgate à indústria, incentivos para renovação das fábricas; discurso não será de arrocho (Foto: Leonardo Attuch)

247 - Os novos ministros da equipe econômica, Joaquim Levy, da Fazenda, e Nelson Barbosa, do Planejamento, além de Armando Monteiro, do Desenvolvimento, irão divulgar, assim que assumirem seus cargos, os pontos de uma agenda positiva para o setor produtivo.

Quem antecipa as medidas é o colunista Sergio Leo, do Valor Econômico (leia aqui sua coluna). "A agenda, a ser divulgada até dia 14 de dezembro, inclui, no terreno dos tributos, a unificação do PIS e do Cofins; no campo da facilitação de negócios, o fim da papelada no comércio exterior, substituída por documentos digitalizados; e, em investimentos, incentivos para renovação das fábricas", diz ele.

O objetivo principal é o resgate da indústria brasileira, que perdeu competitividade nos últimos anos. "Anexado ao atual Programa de Sustentação do Investimento (PSI), o novo plano oficial se destina a promover a troca das máquinas e equipamentos ultrapassados da indústria brasileira por novas máquinas e instalações de fabricação nacional. Os empresários poderão seguir importando máquinas e equipamentos e autorizados a trazer ao país, com menores tarifas de importação, bens não fabricados aqui; mas se optarem por fornecedores nacionais terão financiamento mais vantajoso", afirma Sergio Leo.

 

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