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Economia

O estrago do golpe: 15,2 milhões de lares onde ninguém trabalha

A destruição econômica produzida pelo golpe de 2016 – uma conspiração liderada por Michel Temer, Aécio Cunha e Aécio Neves, hoje os três políticos mais rejeitados do Brasil – foi retratada na capa do jornal Valor Econômico, da Globo. No segundo trimestre deste ano, o Brasil tinha 15,2 milhões de lares onde ninguém trabalhava, 2,8 milhões a mais do que no mesmo período de 2014 – um incremento de 22%. Isso significa que um em cada cinco domicílios (21,8% do total) não tinha renda fruto do trabalho (formal ou informal); isso demonstra que a recessão provocada primeiro pela Lava Jato e pela política do "quanto pior, melhor", que antecedeu o golpe, e depois pelo desastre Temer-Meirelles, atingiu diretamente as famílias brasileiras

A destruição econômica produzida pelo golpe de 2016 – uma conspiração liderada por Michel Temer, Aécio Cunha e Aécio Neves, hoje os três políticos mais rejeitados do Brasil – foi retratada na capa do jornal Valor Econômico, da Globo. No segundo trimestre deste ano, o Brasil tinha 15,2 milhões de lares onde ninguém trabalhava, 2,8 milhões a mais do que no mesmo período de 2014 – um incremento de 22%. Isso significa que um em cada cinco domicílios (21,8% do total) não tinha renda fruto do trabalho (formal ou informal); isso demonstra que a recessão provocada primeiro pela Lava Jato e pela política do "quanto pior, melhor", que antecedeu o golpe, e depois pelo desastre Temer-Meirelles, atingiu diretamente as famílias brasileiras (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – A destruição econômica produzida pelo golpe de 2016 – uma conspiração liderada por Michel Temer, Aécio Cunha e Aécio Neves, hoje os três políticos mais rejeitados do Brasil (saiba mais aqui) – foi retratada na capa do jornal Valor Econômico, da Globo.

"A maior crise econômica da história do país ainda pesa na estrutura de renda das famílias brasileiras. No segundo trimestre deste ano, o Brasil tinha 15,2 milhões de lares onde ninguém trabalhava, 2,8 milhões a mais do que no mesmo período de 2014 - um incremento de 22%. Isso significa que um em cada cinco domicílios (21,8% do total) não tinha renda fruto do trabalho (formal ou informal)", aponta a reportagem de Bruno Villas Boas.

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O levantamento foi feito a pedido do Valor pelos pesquisadores Samuel Franco e Suiani Febroni, do Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade (Iets) e da Oportunidades, Pesquisa e Estudos Sociais (OPE Sociais), a partir dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"A crise colocou muitos chefes de família para fora do mercado de trabalho. Em muitos lares, cônjuges e filhos também foram demitidos. Membros da família tiveram que buscar emprego para recompor a renda, mas poucos conseguiram. Esse é o motivo mais provável para o resultado da pesquisa. São lares que estão agora sem renda do trabalho e que passam por um momento difícil", diz Franco.

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Isso demonstra que a recessão provocada primeiro pela Lava Jato e pela política do "quanto pior, melhor", que antecedeu o golpe, e depois pelo desastre Temer-Meirelles, atingiu diretamente as famílias brasileiras.

 

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