Parente diz que Lava Jato ainda paralisa gestão na Petrobras

Segundo o presidente da estatal petrolífera, a média gerência da Petrobras está "amedrontada e paralisada", porque os funcionários não querem se comprometer com nada na gestão da estatal que possa oferecer risco a seu patrimônio pessoal; justificativa é que "eles respondem com o CPF"; umas das principais ações de Pedro Parente na Petrobras é a venda de ativos da empresa

Segundo o presidente da estatal petrolífera, a média gerência da Petrobras está "amedrontada e paralisada", porque os funcionários não querem se comprometer com nada na gestão da estatal que possa oferecer risco a seu patrimônio pessoal; justificativa é que "eles respondem com o CPF"; umas das principais ações de Pedro Parente na Petrobras é a venda de ativos da empresa
Segundo o presidente da estatal petrolífera, a média gerência da Petrobras está "amedrontada e paralisada", porque os funcionários não querem se comprometer com nada na gestão da estatal que possa oferecer risco a seu patrimônio pessoal; justificativa é que "eles respondem com o CPF"; umas das principais ações de Pedro Parente na Petrobras é a venda de ativos da empresa (Foto: Aquiles Lins)

247 - Durante encontro com jornalistas e empresários, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, reclamou dos impactos da operação Lava Jato na gestão da Petrobras. Parente disse que a média gerência da Petrobras está "amedrontada e paralisada".

Segundo o presidente da estatal petrolífera, os funcionários não querem se comprometer com nada na gestão da estatal que possa oferecer risco a seu patrimônio pessoal, "porque eles respondem com o CPF". Umas das principais ações de Pedro Parente na Petrobras é a venda de ativos da empresa. 

Parente disse que todo papel que assina precisa de parecer do departamento jurídico, da contabilidade, da área de conformidade, da área tributária. "São no mínimo cinco ou seis pareceres a cada decisão". O receio dos gerentes fica evidente na elaboração desses pareceres. Segundo Parente, eles listam os riscos, mas não dizem se apesar dos riscos e das atividades mitigadoras a decisão deve prosseguir ou ser interrompida.

Para superar o trauma dos funcionários, Parente tem feito um trabalho de gestão da cultura da empresa e transparência. "As pessoas têm que entender que a Petrobras está lá para operar e não para não operar", afirmou.

As informações são do jornal Valor Econômico

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