Petrobras monta força-tarefa para fechar balanço

A Petrobras montou uma força-tarefa com o objetivo de auditar e fechar o balanço de 2014 até o dia 31 deste mês para evitar que os credores peçam o pagamento antecipado das dívidas da estatal; a nova diretoria da Petrobras deverá incluir no balanço os prejuízos relacionados aos casos de corrupção na companhia, mas não incluirá os custos do sobrepreço que teriam sido causados pelo cartel formado pelas empreiteiras prestam serviços em obras da empresa

A Petrobras montou uma força-tarefa com o objetivo de auditar e fechar o balanço de 2014 até o dia 31 deste mês para evitar que os credores peçam o pagamento antecipado das dívidas da estatal; a nova diretoria da Petrobras deverá incluir no balanço os prejuízos relacionados aos casos de corrupção na companhia, mas não incluirá os custos do sobrepreço que teriam sido causados pelo cartel formado pelas empreiteiras prestam serviços em obras da empresa
A Petrobras montou uma força-tarefa com o objetivo de auditar e fechar o balanço de 2014 até o dia 31 deste mês para evitar que os credores peçam o pagamento antecipado das dívidas da estatal; a nova diretoria da Petrobras deverá incluir no balanço os prejuízos relacionados aos casos de corrupção na companhia, mas não incluirá os custos do sobrepreço que teriam sido causados pelo cartel formado pelas empreiteiras prestam serviços em obras da empresa (Foto: Paulo Emílio)

247 - A Petrobras montou uma força-tarefa com o objetivo de auditar e fechar o balanço de 2014 até o dia 31 deste mês para evitar que os credores peçam o pagamento antecipado das dívidas da estatal. A nova diretoria da Petrobras deverá incluir no balanço os prejuízos relacionados aos casos de corrupção na companhia, mas não incluirá os custos do sobrepreço que teriam sido causados pelo cartel formado pelas empreiteiras prestam serviços em obras da empresa.

O cálculo dos custos ligados ao pagamento de propina – estimado em cerca de 3% - é considerado essencial para a aprovação do balanço por parte da empresa de auditoria PwC, que desde novembro passado tem feito ressalvas quanto a esta questão. De acordo com a agência de classificação de risco Moody's, caso o balanço não seja aprovado, a Petrobras terá que pagar cerca de US$ 110 bilhões.

 

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