PML: CPMF deve voltar, mas vinculada à Saúde

“Neste governo, a nova CPMF não será destinada à saúde pública. Com esse fôlego operacional para Saúde, com vários bilhões de reais, hoje poderíamos estar combatendo a pandemia de outra forma”, disse o jornalista Paulo Moreira Leite na TV 247. Assista

Paulo Moreira Leite e Paulo Guedes
Paulo Moreira Leite e Paulo Guedes (Foto: Felipe Gonçalves/Brasil 247 | Isac Nóbrega/PR)
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247 - O jornalista Paulo Moreira Leite, em análise concedida à TV 247 nesta segunda-feira (6), defende a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) proposta pelo ministro Paulo Guedes  com o novo nome de Imposto sobre Transações Digitais.
Segundo o jornalista, a volta da CPMF “é um recuo em relação a uma medida antipatriótica, contrária aos interesses brasileiros, que foi a não renovação da CPMF, que retirou da saúde bilhões”. 

“Com esse fôlego operacional para Saúde, com vários bilhões de reais, hoje poderíamos estar combatendo a pandemia de outra forma”, elucidou o jornalista. 

No entanto, o jornalista pondera que “neste governo, a nova CPMF não será destinada à saúde pública”. 

Saiba mais 

 O ministro da Fazenda, Paulo Guedes, anunciou em entrevista à CNN a volta da CPMF, que será rebatizada como Imposto sobre Transações Digitais, e também o tributo sobre dividendos – hoje, o Brasil é um dos poucos países do mundo que não tributam empresários quando transferem recursos de suas empresas para suas contas pessoais.

“Na OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), as empresas pagam média de 19% ou 20% de imposto de renda. No Brasil, temos 34%. Quem vai querer investir no Brasil?”, disse ele. “Prefiro que a empresa pague menos e que cobre no dividendo”, afirmou, defendendo a tese de que, com a mudança, as empresas terão mais caixa para investir. 

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