Prévia da confiança da indústria vai ao menor nível desde final de 2017

A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) do Brasil recuou em agosto diante da piora no sentimento do setor em relação ao cenário atual e foi ao menor nível desde o final de 2017, informou a FGV; prévia do ICI apontou queda de 0,8 ponto em agosto na comparação com julho, chegando a 99,3 pontos, menor patamar desde novembro de 2017 (97,5 pontos)

Prévia da confiança da indústria vai ao menor nível desde final de 2017
Prévia da confiança da indústria vai ao menor nível desde final de 2017

Reuters - A prévia do Índice de Confiança da Indústria (ICI) do Brasil recuou em agosto diante da piora no sentimento do setor em relação ao cenário atual e foi ao menor nível desde o final de 2017, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

A prévia do ICI apontou queda de 0,8 ponto em agosto na comparação com julho, chegando a 99,3 pontos, menor patamar desde novembro de 2017 (97,5 pontos).

"A piora da confiança no mês estaria sendo influenciada pela menor satisfação dos empresários sobre o momento presente", trouxe a FGV em nota, acrescentando que o Índice da Situação Atual (ISA) caiu 2,4 pontos em agosto, a 96,6 pontos.

A FGV também informou que, no entanto, o Índice de Expectativas (IE), que mede a confiança do setor para os próximos meses, apresentou avanço de 0,8 ponto, para 101,9 pontos, na comparação de agosto e julho.

A preliminar do Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria sinalizou estabilidade em 75,7 por cento.

A confiança da indústria brasileira havia ficado estável em julho com diminuição das contratações no setor, em mais uma indicação de que a atividade econômica tem perdido ímpeto neste início de segundo semestre.

O Índice da Confiança da Indústria (ICI) se manteve em 100,1 pontos neste mês, o mesmo valor registrado em junho.

Segundo pesquisa Focus do Banco Central, que consulta uma centena de economistas todas as semanas, a previsão de crescimento da produção industrial vem recuando. Para este ano, a estimativa é de expansão de 2,73 por cento, enquanto que para o Produto Interno Bruto (PIB), de 1,49 por cento.

Por Stéfani Inouye

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