“Privatização da Eletrobrás irá elevar ainda mais as tarifas”

Em artigo na Revista Forum, o professor aposentado da UFPE Heitor Scalambrini Costa diz que, "sem dúvida alguma a privatização da Eletrobrás, caso aconteça, irá elevar mais ainda as tarifas. Conforme simulações realizadas por técnicos da própria Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. Fala-se em percentuais acima de 10%. Todavia, são valores subdimensionados"

Em artigo na Revista Forum, o professor aposentado da UFPE Heitor Scalambrini Costa diz que, "sem dúvida alguma a privatização da Eletrobrás, caso aconteça, irá elevar mais ainda as tarifas. Conforme simulações realizadas por técnicos da própria Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. Fala-se em percentuais acima de 10%. Todavia, são valores subdimensionados"
Em artigo na Revista Forum, o professor aposentado da UFPE Heitor Scalambrini Costa diz que, "sem dúvida alguma a privatização da Eletrobrás, caso aconteça, irá elevar mais ainda as tarifas. Conforme simulações realizadas por técnicos da própria Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. Fala-se em percentuais acima de 10%. Todavia, são valores subdimensionados" (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - Em artigo na Revista Forum, o professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Heitor Scalambrini Costa diz que, "sem dúvida alguma a privatização da Eletrobrás, caso aconteça, irá elevar mais ainda as tarifas. Conforme simulações realizadas por técnicos da própria Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. Fala-se em percentuais acima de 10%. Todavia, são valores subdimensionados".

"Para reduzir os gastos de custeio da empresa, como medida de contenção de despesas, incentiva programas de desligamento voluntário, que geralmente ocorrem nestes casos. Pode-se afirmar, então, que ocorrerão “fugas de cérebros” de um setor altamente estratégico para o país".

De acordo com o professor, "entra ano, sai ano, e os reajustes nas contas de luz dos consumidores brasileiros aumentam escancaradamente acima da inflação. E é justificado, no jargão tecnocrata, como 'necessário para manter o equilíbrio econômico financeiro dos contratos das distribuidoras'. O que significa no bom português 'garantir lucros exorbitantes, extorsivos para as distribuidoras à custa do consumidor'".

"Um exemplo para ilustrar, dos muitos existentes pelo Brasil afora sobre este descalabro, aceito ainda passivamente pela sociedade brasileira, é o caso da Companhia Energética de Pernambuco – CELPE. Segundo ação recentemente ajuizada contra estes aumentos abusivos na tarifa elétrica, desde sua privatização no ano 2000, há 17 anos, a tarifa teve um reajuste de 195,46%, para uma inflação correspondente neste período de 115,21%. Ou seja, as tarifas aumentaram 80,25% acima da inflação".

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