Produção industrial sobe 2% em janeiro, diz IBGE

A produção industrial brasileira subiu 2% em janeiro frente a dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 4; na comparação com janeiro de 2014, entretanto, a produção teve queda de 5,2%  

A produção industrial brasileira subiu 2% em janeiro frente a dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 4; na comparação com janeiro de 2014, entretanto, a produção teve queda de 5,2%
 
A produção industrial brasileira subiu 2% em janeiro frente a dezembro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 4; na comparação com janeiro de 2014, entretanto, a produção teve queda de 5,2%   (Foto: Paulo Emílio)

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A produção industrial brasileira iniciou 2015 com alta de 2,0 por cento em janeiro na comparação com o mês anterior, acima do esperado e melhor resultado mensal desde junho de 2013, porém insuficiente para recuperar as perdas anteriores e com as perspectivas ainda apontando fragilidade do setor.

Na comparação com um ano antes, a produção teve queda de 5,2por cento em janeiro, informou o Instituto Brasileiro de Geografia a Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

O resultado mensal de janeiro, melhor desde a alta de 3,5 por cento em junho de 2013, recuperou apenas parte da perda de 4,3 por cento acumulada em novembro e dezembro e está 8,9 por cento abaixo do nível recorde registrado em junho de 2013, de acordo com o IBGE.

O desempenho do setor no final de 2014 foi ainda pior do que o divulgado anteriormente, uma vez que o IBGE revisou a produção de dezembro sobre o mês anterior para uma queda de 3,2 por cento, ante contração de 2,8 por cento informada antes.

Com isso, a indústria terminou o ano passado com contração de 3,3 por cento na produção, ligeiramente pior do que a queda de 3,2 por cento divulgada antes, segundo o IBGE.

A alta de janeiro sobre dezembro ficou acima da mediana das expectativas de analistas em pesquisa da Reuters de avanço de 1,5 por cento, porém o dado na base anual foi pior, uma vez que a projeção era de recuo de 4,7 por cento.

(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier e Pedro Fonseca)

 

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