Responsável pelo golpe, Fiesp tenta conter o estrago de Bolsonaro

Ameaça feita por países da Europa de não ratificarem o acordo comercial entre a UE e o Mercosul, devido aos incêndios que devastam a Amazônia, levou a Fiesp a dizer que “o Brasil merece respeito". A Fiesp, que apoiou o golpe parlamentar de 2016 e que apoiou a eleição de Jair Bolsonaro, agora diz “ver com espanto as ameaças de países participantes do tratado comercial União Europeia-Mercosul, anunciado há menos de 60 dias, de recuarem no que foi acordado"

O presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf, pré-candidato ao governo do estado de São Paulo, negou uma eventual aliança com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ), como foi especulado nos últimos dias; “Não é fato. Nem conheço pessoalmente o candidato Bolsonaro”, afirmou
O presidente licenciado da Fiesp, Paulo Skaf, pré-candidato ao governo do estado de São Paulo, negou uma eventual aliança com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ), como foi especulado nos últimos dias; “Não é fato. Nem conheço pessoalmente o candidato Bolsonaro”, afirmou (Foto: Foto: Reprodução/Twitter)

247 - A ameaça feita por países da Europa de não ratificarem o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, o que impediria o acesso de produtos brasileiros ao mercado comum europeu, devido aos incêndios que devastam a Amazônia levou a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) a dizer que “o Brasil merece respeito”. Na nota, assinada pelo presidente Paulo Skaf, a Fiesp diz “ver com espanto as ameaças de países participantes do tratado comercial União Europeia-Mercosul, anunciado há menos de 60 dias, de recuarem no que foi acordado”. 

Para a Fiesp, uma das principais entidades que articularam o golpe parlamentar de 2016, contra a então presidente Dilma Rousseff, que pavimentou o caminho para a eleição de Jair Bolsonaro, "é preocupante que integrantes do tratado recorram a pretextos que não têm qualquer relação com o que foi negociado para fazer política interna e tentar atacar a imagem do Brasil”. 

O texto da nota diz, ainda, que “o Brasil participa de todos grandes os acordos globais sobre clima e meio ambiente em vigor e os cumpre. Sempre teve liderança nesse campo e é referência mundial quando o assunto é preservar e produzir".

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