Skaf: Copom desperdiçou momento com 'corte tímido' da Selic

presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) classificou de "tímido" o corte na taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 7,5 por cento ao ano, anunciado nesta quarta-feira, 25, pelo Banco Central; "O BC poderia ter mantido o ritmo de redução de 1 ponto percentual. Embora a Selic esteja chegando perto de seu menor valor histórico, para o tomador final continuam muito elevados os juros no Brasil. A retomada da atividade segue lenta, e a inflação permanece abaixo da meta", disse Skaf em nota

presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) classificou de "tímido" o corte na taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 7,5 por cento ao ano, anunciado nesta quarta-feira, 25, pelo Banco Central; "O BC poderia ter mantido o ritmo de redução de 1 ponto percentual. Embora a Selic esteja chegando perto de seu menor valor histórico, para o tomador final continuam muito elevados os juros no Brasil. A retomada da atividade segue lenta, e a inflação permanece abaixo da meta", disse Skaf em nota
presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) classificou de "tímido" o corte na taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 7,5 por cento ao ano, anunciado nesta quarta-feira, 25, pelo Banco Central; "O BC poderia ter mantido o ritmo de redução de 1 ponto percentual. Embora a Selic esteja chegando perto de seu menor valor histórico, para o tomador final continuam muito elevados os juros no Brasil. A retomada da atividade segue lenta, e a inflação permanece abaixo da meta", disse Skaf em nota (Foto: Aquiles Lins)

247 - O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) classificou de "tímido" o corte na taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual, a 7,5 por cento ao ano, anunciado nesta quarta-feira, 25, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. 

"O BC poderia ter mantido o ritmo de redução de 1 ponto percentual. Embora a Selic esteja chegando perto de seu menor valor histórico, para o tomador final continuam muito elevados os juros no Brasil. A retomada da atividade segue lenta, e a inflação permanece abaixo da meta", disse Skaf em nota. 

Leia, abaixo, a íntegra da nota:

O Banco Central fixou em 7,5% ao ano a nova taxa Selic na reunião do Copom desta quarta-feira (25 de outubro). A redução de 0,75 ponto percentual foi um corte mais tímido que os anteriores. O BC poderia ter mantido o ritmo de redução de 1 ponto percentual. Embora a Selic esteja chegando perto de seu menor valor histórico, para o tomador final continuam muito elevados os juros no Brasil. A retomada da atividade segue lenta, e a inflação permanece abaixo da meta.

O BC e o Ministério da Fazenda precisam agir. Têm que trazer mudanças nos impostos sobre crédito, na regulação e na concorrência bancária, atrair novos operadores no mercado de crédito e estimular as empresas que fazem finanças na internet, as chamadas fintech.

Somente com uma forte redução nos juros para o consumidor e para o empreendedor o atual momento de Selic baixa estimulará o crescimento econômico e a geração de empregos.

Paulo Skaf

Presidente da Fiesp e do Ciesp

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