Sob Temer, Brasil desaba em competitividade

Com Michel Temer no Planalto,  o Brasil perdeu posições no ranking mundial de competitividade e, agora, só está à frente de Mongólia e Venezuela na lista de 63 países analisados pelo IMD (International Institute for Management Development) em parceria com a Fundação Dom Cabral.Pelo sétimo ano seguido, o Brasil perdeu posições no ranking mundial de competitividade e, agora, só está à frente de Mongólia e Venezuela na lista de 63 países analisados pelo IMD (International Institute for Management Development) em parceria com a Fundação Dom Cabral

Michel Temer, veículos novos, indústria
Michel Temer, veículos novos, indústria (Foto: Giuliana Miranda)
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247  - O Brasil perdeu posições no ranking mundial de competitividade e, agora, só está à frente de Mongólia e Venezuela na lista de 63 países analisados pelo IMD (International Institute for Management Development) em parceria com a Fundação Dom Cabral. Pelo sétimo ano seguido, o Brasil perdeu posições no ranking mundial de competitividade e, agora, só está à frente de Mongólia e Venezuela na lista de 63 países analisados pelo IMD (International Institute for Management Development) em parceria com a Fundação Dom Cabral.

O país aparece no 61º lugar. No ano passado, ocupava a 57ª colocação. Em seu melhor ano, 2010, o país chegou a ficar na 38ª posição,

A queda se traduziu em piora de indicadores de desempenho econômico, infraestrutura e eficiência do governo, mas também na percepção menos favorável que os investidores têm do país, afirma Carlos Arruda, professor da Fundação Dom Cabral, responsável pela captação e avaliação dos dados brasileiros para o estudo, divulgado nesta quarta-feira (31).

Para ele, foi uma surpresa o país ter caído tanto entre 2016 e 2017, principalmente porque o estudo não capturou as recentes turbulências políticas que colocaram em xeque a aprovação da reforma da Previdência e das mudanças na legislação trabalhista, consideradas essenciais para equilibrar as contas do governo.

As informações são de reportagem de Danielle Brant na Folha de S.Paulo.

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